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Glam Magazine

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20 Andanças 2016: O Desafio

20 Andanças… O Desafio... Ao longo destas 20 edições, o Andanças tem-se afirmado como um festival marcante na dança e na música em Portugal, onde artistas e públicos interagem ativamente com práticas tradicionais, reinventando-as e fundindo-as com expressões artísticas emergentes e inovadoras.

Partindo das intensas transformações sociais, culturais e políticas que marcam estes tempos e encarando o Andanças como espaço vivo de expressão e experimentação, desafia o envio de propostas artísticas de diferentes áreas, música, dança, teatro, circo, artes visuais, cinema, instalações artísticas, etc., mas também de atividades de desenvolvimento pessoal, que integrem valores cooperativos e sustentáveis, e apresentem formas inovadoras de expressão.

small.jpgPretende-se que a programação do Andanças 2016 provoque e surpreenda os públicos, despertando um olhar criativo sobre arte, tradição, identidade, sociedade e contemporaneidade; que incite o Encontro com o diferente, o outro, o tradicional e o novo, e convide à Participação num diálogo de enriquecimento mútuo e de criação de um espaço de Bem-Estar. Pretende-se igualmente que o Andanças continue a ser um espaço de Desafio, questionando e reposicionando o seu papel na sociedade, onde a programação artística convida à participação, reflexão e aprendizagem. O Andanças continue a tornar sonhos realidade, dando espaço a novos talentos e a artistas consagrados. Que da partilha se gerem encontros e das ideias surjam caminhos para a criação de um mundo melhor.

 

De 1 de dezembro a 15 de janeiro de 2016 decorre o período de candidaturas para a programação artística do próximo Andanças. O tema é O Desafio!... Mais informações, aqui.

Vodafone Paredes de Coura promove leilão solidário com telas inéditas de Tame Impala, Lykke Li e TV On The Rádio

O Vodafone Paredes de Coura, em parceria com a eSolidar, promove o leilão de três telas inéditas pintadas pelos Tame Impala, Lykke Li e Tv On The Radio. Os fundos desta ação, que decorre entre os dias 1 e 16 de dezembro, revertem na totalidade para o OUSAM, o Organismo Utilitário e Social de Apoio Mútuo, que desde 1985 tem ajudado a combater carências sociais e económicas que muitas famílias acusam, com um trabalho desenvolvido essencialmente junto das crianças e idosos de Paredes de Coura.

leilao.pngCientes de que a música carrega em si valores que transcendem o simples campo do entretenimento, decidimos desafiar vários nomes da última edição do festival para serem parte ativa de uma causa solidária maior. A recetividade foi excecional e as telas pintadas pelos Tame Impala, pela Lykke Li e pelos Tv On The Radio são exemplo disso mesmo. São três trabalhos únicos desenvolvidos propositadamente para esta ação e que refletem um lado mais pessoal e espontâneo da criatividade dos artistas. A iniciativa aparece no seguimento das pontes que o Vodafone Paredes de Coura tem criado ao longo da sua história com a comunidade local, quer seja na promoção turística do Alto Minho, na dinamização económica da região ou na sua valorização cultural e social.

 

O leilão está disponível no site da eSolidar e cada tela tem o valor base de licitação de 25 euros.

Ciclo "Isto é Jazz?"… Joe Morris Quartet

Se quisermos escolher o mais representativo exemplo da característica identidade do jazz de Nova Iorque na década de 1990, nenhuma outra formação além do Joe Morris Quartet teria igual simbolismo. As passagens do grupo de Joe Morris, Mat Maneri, Chris Lightcap e Gerald Cleaver por espaços como a Knitting Factory, e discos como Underthru e At the Old Office, marcaram aquele tempo e a estética que ficou conhecida como própria da cena downtown. O projeto desfez-se entretanto, com cada um dos músicos a desenvolver as suas independentes atividades como líderes e compositores, para de novo se reunir com um disco, “Balance” (2014), que veio estender para outros desfechos o que antes tinha proposto.

12111.jpgO que quer dizer que, se este é o mesmo Joe Morris Quartet, é também outra coisa que o passado não fazia suspeitar. E designadamente na forma como composição e improvisação se conjugam, agora ainda mais aberta. O guitarrista e mentor, Joe Morris, apenas traz consigo alguns motivos melódicos e tudo o resto se acrescenta com base nos princípios da espontaneidade, da intuição e das experiências individuais numa dedicação específica: tornar a escuta dos outros num princípio criativo. Resulta uma música vibrante, fortemente interativa e feita de minúcias, tão orgânica quanto um campo pronto a lavrar.

 

Culturgest – Pequeno Auditório (Lisboa)

2 de Dezembro de 2015 | 21.30h

Do Brasil… Os Mutantes no Hard Club

Os Mutantes dispensam qualquer tipo de apresentações…

…. nascidos no contexto da tropicália, nos finais dos anos 60, movimento liderado por Caetano Veloso e Gilberto Gil, rapidamente ascendaram ao pódio de nome maior da cena brasileira, embrenhado o seu pop de tendências barrocas com rasgos rock e desenhando nuances psicadélicas em cada tom. Será esta música, sem terra e totalmente dada ao espaço, que todos ocupamos em consciência, que a banda brasileira trará ao Hard Club do Porto, no dia 1 de Dezembro.

mutantes1968-2.jpgRenascidos em 2006 pelas mãos do brilhante guitarrista Sérgio Dias, e a pedido de muitas família, desde David Byrne a Kurt Cobain, os Mutantes capitalizaram o novo fôlego em 2013, com o mais recente álbum “Fool Metal Jack” a acrescer a um já extenso e riquíssimo legado discográfico marcado na história desde os finais dos anos 60

A primeira parte esta a cargo dos O Gringo sou eu

 

Hard Club (Porto)

1 de Dezembro de 2015 | 21.00h

IX Aniversário Musicbox: Artista a Artista (Afonso Rodrigues)

Afonso Rodrigues é Sean Riley, incrivel bluesman que tem ao longo dos anos vindo a se notabiliziar com os seus Slowriders e os Keep Razors Sharp. No dia de arranque do nono aniversário do Musicbox, sobe ao palco, a solo, com a guitarra e se vê-lo a solo é uma oportunidade única; na companhia de Josh T Pearson será obrigatório

GLAM - Sean Riley.jpgÉ um dos nomes que menos apresentações precisa na cena musical nacional em resultado, directo, da assinatura de projectos como Sean Riley & The Slowriders e Keep Razors Sharp.

Em formato solo será a primeira voz a pisar o palco desta semana de aniversário Musicbox

 

Musicbox (Lisboa)

3 de Dezembro 2015 | 22.00h

 

Fotografia: Paulo Homem de Melo

IX Aniversário Musicbox: Artista a Artista (Josh T. Pearson)

“Last of the Country Gentleman” é, sem margem para grandes dúvidas, um dos melhores discos de folk da década. Foi aplaudido em uníssono pela crítica da especialidade e transformou Josh T. Pearson numa das vozes mais fortes a cantar o amor e a vida rural. O aguardado sucessor deverá chegar ao mercado em 2016, razão extra para fazer deste regresso a Lisboa novo momento memorável.

000.jpgOriginário do Texas, Josh T. Pearson foi membro integrante dos Lift Experience, autores de uma das obras de culto da música rock norte americano “The Texas-Jerusalem Crossroads”. Desde a separação repentina, que o americano se tem dedicado a uma carreira a solo, macada, sobretudo pelas apresentações ao vivo. Como formato homem/guitarra editou apenas “I’m So Lonesome I Could Cry”, um disco que arrebatou a crítica internacional da especialidade e que se ergue como uma das obras primas da música folk americana. Um disco perfeito para melómanos do amor e da vida rural. Temas como “Woman, when I’ve Raised Hell” e “Sweatheart I Ain’t your Christ” são obrigatórios em qualquer colecção de discos que se preze de bom gosto. O americano regressa a Lisboa com algumas sessões de estúdio concluídas e um novo disco na calha.

 

Musicbox (Lisboa)

3 de Dezembro 2015 | 23.00h

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