As temperaturas altas do Níger aproximam-se de Braga com o pico de maior intensidade previsto para dia 12, sexta, por volta das 22h00…. Razão?
Um senhor de nome Bombino, traz na mala o seu mais recente álbum “Azel”, editado em maio deste ano, tendo arrecadado rasgados elogios por parte da imprensa internacional como a OkayAfrica, a NPR, o Washington Post ou a Voice of America.
photo: Paulo Homem de Melo / Arquivo Glam Magazine
Para a produção deste novo álbum, Bombino convidou o já conhecido músico David Longstreth, dos nova iorquinos Dirty Projectors, para ajudar na revolução da sua musicalidade. Bombino diz que o reggae é muito comum no povo tuareg e que isso o influenciou também a introduzir esta harmonia neste novo registo. O Tuareggae, como o assim o intitula, é uma mistura entre o blues Tuareg e a cadência do reggae, que torna “Azel” num álbum desafiador e estimulante do início ao fim.
Na noite de sexta, dia 12, o Theatro Circo irá ter a oportunidade de ouvir estas músicas bem como algumas dos seus álbuns mais icónicos como “Nomad” (2013) e “Agadez” (2011).
A sala do Theatro Circo transformar-se-á numa enorme duna do deserto do Níger, e o palco com Bombino e companhia num dos oásis mais ricos que a nossa caravana pode almejar. Oportunidades assim são raras e agosto merecia um calor diferente, desta vez, vinda diretamente do norte de África para que se perceba o que é um verdadeiro escaldão nos ouvidos.
Depois da estreia das Vodafone Vozes da Escrita no ano passado, as sessões de leitura protagonizadas por nomes nacionais consagrados regressam ao Vodafone Paredes de Coura pelo segundo ano consecutivo. Os convidados desta edição são músicos conhecidos pela forma exímia como trabalham a palavra, e que aceitaram o desafio lançado pela Vodafone para formarem duplas e criarem duas sessões de leitura inéditas, a decorrer nos dias 18 e 19 de agosto, às 13h00, no Palco Jazz na Relva.
photo: Paulo Homem de Melo / Glam Magazine
Samuel Úria, cantautor, com um talento ímpar para a escrita em português e um dos artistas mais solicitados pelos seus pares para a produção de letras, e Gisela João, intérprete emotiva de cada palavra que canta e perita em trazer os ouvintes para dentro das histórias do fado, inauguram as Vodafone Vozes da Escrita na quinta-feira, 18 de agosto.
No dia seguinte, o palco é de Capicua, alter ego de Ana Matos Fernandes, rapper e cronista que dispensa apresentações, e de Adolfo Luxúria Canibal, fundador dos Mão Morta, com vários títulos editados que reúnem poemas, crónicas, ensaios e contos. Dois artistas com um sentido crítico apuradíssimo sobre a atualidade.
À semelhança do que aconteceu no ano passado – com a participação de Matilde Campilho, Pedro Mexia, Carlos Vaz Marques e Rui Cardoso Martins –, os textos escolhidos para cada sessão podem incluir poesia, letras de canções, excertos de romances, crónicas, histórias e autores vários. Certezas só há uma: a de que se prevêem dois momentos especiais, que só podem acontecer num festival tão singular como o Vodafone Paredes de Coura.
As Vodafone Vozes da escrita têm lugar no Palco Jazz, por onde irão também passar os Box To Box, no dia 18 de Agosto, Nega Jaci, no dia 19, e Gileno Santana & Tuniko Goulart, no dia 20. Além das actuações, a programação inclui igualmente as Burn River Sessions e sessões de poesia. A edição deste ano do Vodafone Paredes de Coura decorre de 17 a 20 de agosto, na praia fluvial do Taboão. O cartaz inclui nomes como, entre muitos outros, LCD Soundsystem, Unknown Mortal Orchestra, Cage the Elephant, The Tallest Man on Earth e Portugal. The Man.
É já esta quinta-feira, 11 de Agosto que arranca a edição de 2016 do Festival O Sol da Caparica. A celebração da música invade a Costa da Caparica para mais uma edição do festival, que cada vez mais é uma referencia em Portugal. Segundo o Presidente da Camara de Almada, Joaquim Estêvão Miguel Judas, “O Festival é uma dessas amarras que prendem o Sol à Costa da Caparica. Lazer, Cultura, Amizade, Imaginação, Confraternização”
O Alinhamento do dia 11 de Agosto é o seguinte:
Palco SIC/RFM
20.00 - Deolinda
21.00 - David Fonseca
22.00 - O Rappa
23.15 - Orelha Negra
00.15 - C4 Pedro
02.00 - Rich & Mendes
Palco Blitz
18.00 - Danças Ocultas & Filarmonia das Beiras
19.00 - Aline Frazão
20.00 - Marta Ren
21.00 - Valete
22.00 - Mão Morta
Palco Dança
17.30 - Warm Up/Animação
18.45 - Hip Hop Showit + The Future Iz Us
19.45 - Mokapancos + Breakdance
20.45 - Krump + Da Scum + Flow In
21.45 - The Future Iz Us + Mokapancos
23.00 - Breakdance + Krump /Encerramento
Debaixo da Lingua
17.30 - À conversa com Pedro Silva Martins, Aline Frazão e Rui Miguel Abreu
19.00 - Leituras de Poesia por TNT
20.30 - Apresentação das edições da CEI – Casa de Estudantes do Império, pelo dir. cultural da UCCLA Rui Lourido, c/ presença da escritora Inocência Mata
Lounge Floresta
17.00 - Monstra - Selecção de Filmes de Animação
20.00 - 30 Anos de Música Portuguesa com Zé Pinheiro
22.00 - Monstra - Selecção de Filmes de Animação
01.00 - 30 Anos de Música Portuguesa com Zé Pinheiro
É já este sábado e Domingo que Vagos recebe a 1ª edição do Vagos Metal Fest. O Festival tem lugar na Quinta do Ega em Vagos e já é conhecido o alinhamento completo dos concertos bem como os horários das atuações
12 de Agosto 2016
12:00 - Abertura oficial ao Campismo
22:00 - Recepção ao Campismo / Festa Dj's ROCKLINE TRIBE
Zélia Duncan e Zeca Baleiro apresentam-se, pela primeira vez juntos em Portugal, dia 7 de Outubro no Coliseu Porto e dia 8 no Campo Pequeno, em Lisboa. Zélia Duncan e Zeca Baleiro já dividiram o palco algumas vezes, mas agora apresentam um espetáculo só deles. Zélia e Zeca dividem-se nos violões e reúnem as suas vozes graves para interpretar canções do repertório afetivo de cada um como ”Telegrama”, “Catedral”, “Lenha”, “Enquanto Durmo”, entre muitos sucessos.
Rebobinar canções autorais e mostrar as suas parcerias é outra marca desta dupla brasileira. Além de “Se acaso me quiseres”, gravada por Zélia em “Pelo Sabor do Gesto”, juntos apresentam temas inéditos como “Escancarado”, “Museu Íntimo”, “Decidi” ou o mais recente single “Seria”.
Pedro Abrunhosa & Comité Caviar protagonizam, já amanhã, dia 11 de agosto, a partir das 23h00, mais uma etapa do ciclo de "Grandes Concertos do Casino Estoril". Considerado um dos melhores compositores e intérpretes nacionais, Pedro Abrunhosa sobe ao palco do Lounge D para revisitar numerosos êxitos que marcaram diferentes etapas da sua carreira. A entrada é livre.
photo: Sara Silva
Aguardado com expectativa, Pedro Abrunhosa promete recuperar várias canções emblemáticas do seu percurso discográfico. Editado em 2013, o álbum “Contramão” constitui, habitualmente, um dos destaques das suas actuações ao vivo. “Toma Conta de Mim” ou “Para os Braços da Minha Mãe” são, apenas, alguns dos temas aplaudidos pelo público.
"Para mim, um disco é cada vez mais um livro, uma narrativa contínua de histórias desencontradas que se reencontram na música que escrevo, de personagens, por vezes atormentadas, outras felizes, de sentimentos de perda ou de conquista que acabam por ser comuns a muitos de nós”, revela Pedro Abrunhosa. “Falo de mim através das vozes de outros e transponho-me para os outros usando a minha própria voz. Ao longo de todo este tempo, diria quase desde que me conheço enquanto músico, procurei melhorar a simplicidade daquilo que verdadeiramente me fascina: escrever canções. O que aí vem é apenas isso. A minha vida tornada palavra e harmonia. Se se encontrarem comigo neste trabalho, a minha tarefa estará cumprida e partirei para a estrada já com o próximo disco nas entranhas.”.
Recorde-se que, Pedro Abrunhosa editou, em 1994, o seu primeiro álbum de originais. “Viagens” vendeu mais de 140 mil exemplares e atingiu a tripla platina, registando um expressivo êxito no meio discográfico nacional. Com um percurso singular, Pedro Abrunhosa consolidou a sua notoriedade, conquistando o público com outros álbuns de originais, como, por exemplo, “Tempo” (1996), “Silêncio” (1999), “Momento” (2002), “Luz” (2007), “Longe” (2010), ou “Contramão” (2013).
Os “Grandes Concertos do Casino Estoril” estão agendados para o amplo espaço do Lounge D, até 8 de Setembro, todas as Quintas-Feiras, a partir das 23 horas. A entrada é livre.
Ao sexto evento de 2016 as Jameson Lazy Sessions têm o prazer de apresentar a curadoria de The Legendary Tigerman. Para a tarde do próximo sábado, dia 13 de Agosto, aquele que é considerado um dos maiores artistas portugueses escolheu os concertos dos The Quartet of Woah! e Ghost Hunt e o DJ set de A Boy Named Sue. A cereja em cima do bolo: Paulo Furtado também vai estar à frente dos pratos para um DJ set em nome próprio. O jardim das Virtudes vai dançar ao som do Rock n´ Roll.
As bandas, pelas palavras do curador… "Desde que vi os Quartet of Woah! ao vivo pela primeira vez que me tornei fã do seu rock´n´roll explosivo. Um som característico e único em Portugal. Os Ghost Hunt têm uma sonoridade influenciada por tantas coisas desde Suicide a New Order, e no entanto tão particular, e as suas composições são de uma elegância impressionante. Dois concertos a não perder, em dois momentos excelentes de ambas as bandas." - The Legendary Tigerman.
As Lazy Sessions prosseguem até 3 de setembro e estão de 'portas abertas' todos os sábados entre as 15h00 e as 20h00. A entrada é livre.
O IndieotaFESTAval surge quando Luís Teixeira resolveu trazer as suas bandas preferidas para o Montijo, sem muitos fundos ou condições de logística. Mais tarde… recrutou duas pessoas para escreverem com ele no seu mínimo mas ambicioso blog Montijo Sound e daí surge uma relação íntima com Catarina Soares, estudante de comunicação Social que escrevia na MyWay e Altamont e que sentiu-se imediatamente atraída pela energia e a vontade que Luís tinha em fazer coisas acontecer, mesmo que a sua visão nem sempre fosse expressada da melhor forma.
Depois de várias entrevistas (Pista, Capitão Fausto, Cave Story, Galgo) e algumas reportagens a alguns dos concertos mais memoráveis de 2016 em Portugal (Deafheaven, Os Mutantes), o IndieotaFESTAval é o derradeiro resultado de todo o trabalho feito pelo Montijo Sound em difundir toda a boa música que acontece no Montijo e para lá da ponte.
Com mais de 25 bandas divididas por dois palcos espalhados pelo Montijo, dois bares habituados a receber alguns dos nomes mais relevantes do movimento, logística simples sempre fazendo jus ao mantra DIY, apoio de toda a comunidade local, editoras, agências espalhadas pelo país (Spring Toast Records, Xita Records, Pontiaq, Pointlist) e amadrinhado por Raquel lains (Let’s Start a Fire), IndieotaFESTAval traz um dos melhores cartazes alternativos do ano com: Mighty Sands, Pista, Ditch Days, 800 Gondomar ou The Sunflowers.
O Bilhete tem um custo de 5 euros que dá acesso aos três dias de festival, o cartaz foi desenhado por Mariana Charrua e é 100% Independente. Todos os custos do festival serão cobertos pelo Montijo Sound, sem quaisquer tipos de apoios financeiros exteriores, incluindo a Câmara Municipal do Montijo que rejeitou a carta da organização.
Dia 8, 9 e 10 de Setembro no Montijo todos são Indieotas!
Dedicado a um pouco habitual instrumento de relevo em formações de jazz, Sérgio Carolino vem ensaiando há vários anos uma série de declinações de música para tuba e outros instrumentos (entre os quais o popular trio TGB) que atinge um novo zénite com este duplo duo – em estreia mundial e resultante de uma encomenda ao músico.
photo: Egidio
O reportório visita tanto o jazz mais mainstream como a música clássica ou a improvisação mais desabrida, colocando uma tónica óbvia numa visão contemporânea e aventureira das extensas possibilidades da tuba no contexto do jazz.
A aldeia preparou-se para receber os visitantes do Bons Sons 2016...
Os cem-soldenses têm-se movimentado alegremente, nas últimas semanas, para aprimorar o espaço e dar o melhor que a Aldeia pode oferecer. Os terrenos para o campismo estão limpos, os equipamentos montados, as receitas culinárias preparadas, tudo a postos para mais uma edição. Mas esta é especial, comemoram-se os 10 anos de Bons Sons.
photo: Paulo Homem de Melo / Arquivo Glam magazine
O Bons Sons disponibiliza informação sobre todas as maneiras de chegar a Cem Soldos com diferentes meios de transporte, sempre focando o pensamento ecológico. As opções para passar a noite e recuperar forças são bastantes e vão do Parque de Campismo à oferta hoteleira da região. No local, há vários serviços à disposição dos visitantes: restauração, local para crianças, internet, perdidos e achados, fraldário e auriculares para crianças, concertos em nome próprio, carregamento de telemóveis….
photo: Paulo Homem de Melo / Arquivo Glam magazine
Para ir…. e ficar…
Numa parceria com a CP – Comboios de Portugal, os portadores de bilhete de festival terão um desconto de 30% na compra de bilhetes ida-e-volta com destino às estações de Tomar ou Paialvo em percursos de Intercidades, Regional e Inter-regional, para utilização entre os dias 11 e 16 de Agosto. Para quem não quer perder pitada dos concertos, a organização disponibiliza um amplo e fresco terreno para acampamento, cheio de árvores e com serviços de apoio: WC, chuveiro e restauração. São mais de 20.000 m2 de parque de campismo com acesso gratuito para os portadores do Passe 4 Dias.
Para estes a festa começa mais cedo. Quem chegar na quinta-feira, pode assistir à festa de recepção ao campista com Quem és tu, Laura Santos?
A XX Viagem Medieval em Terra de Santa Maria, realizada entre 27 de julho e 7 de agosto de 2016, no centro histórico de Santa Maria da Feira, proporcionou a mais de 600 mil visitantes 12 dias intensos de animação e recriações históricas dedicadas ao reinado de D. Dinis e D. Isabel, marcadas pelo reforço dos conteúdos históricos, pensados para diferentes públicos presentes.
photo: Paulo Homem de Melo
Segundo o coordenador geral do evento, Paulo Sérgio Pais, “Subimos mais um degrau no nível cultural que pretendemos da Viagem Medieval”. Durante os 12 dias, o Terreiro das Guimbras, nas margens do rio Cáster, foi palco de quatro espetáculos diários de grande formato, de acesso gratuito e dirigidos a diferentes públicos, que transmitiram uma mensagem forte e esclarecedora acerca do reinado de D. Dinis e da história de Portugal. Um trabalho em rede sem precedentes dos agentes locais, que veio reforçar a capacidade criativa e o orgulho de ser feirense.
“É sobretudo o território que sai desta Viagem Medieval com uma alma muito maior e mais forte”, considerou Joaquim Tavares, presidente da Federação das Coletividades de Cultura e Recreio do Concelho, reafirmando que o estatuto e dimensão do evento devem-se à capacidade de envolver a população e todos os agentes locais. Espetáculos como “Dinis e Isabel”, “A Conspiração”, “O Legado” e “O Som da Guerra” são disso exemplo, assim como as áreas temáticas “O Milagre do Bosque”, “Banhos de S. Jorge”, “Era uma vez… D. Dinis”, “Estaleiro Naval” e “Castelo dos Tormentos”.
photo: Paulo Homem de Melo
No ano em que celebrou 20 edições, as receitas de bilheteira da Viagem Medieval cresceram cerca de 15% e a organização viu concretizado o objetivo de harmonizar os fluxos de visitantes ao longo dos 12 dias, resultado da nova estratégia de bilheteira (entre 1,5€ e 4€), que permitiu a muitas pessoas visitar o evento a preços mais baixos nos dias em que, tradicionalmente, a afluência era menor. Nesta edição, passaram pelo recinto cerca de 600 mil os visitantes, sendo que o número diário de visitas oscilou entre as 45 mil e as 60 mil, números claramente mais equilibrados quando comparados com edições anteriores.
photo: Paulo Homem de Melo
A 20.ª edição também ficou marcada pelo nascimento de 67 infantes da Terra de Santa Maria, título simbólico atribuído a todos os bebés nascidos no Hospital de S. Sebastião durante o período da Viagem Medieval e que lhes confere acesso gratuito vitalício ao recinto do evento. “Estas crianças são a continuidade da portugalidade, do nosso país e das Terras de Santa Maria. Contamos com elas”, sublinhou Emídio Sousa, presidente da Câmara de Santa Maria da Feira. Para o autarca, “a Viagem Medieval é o evento que, com justiça, marca a agenda do País na primeira quinzena do mês de agosto”.
Em 2017, a Viagem Medieval regressa a Santa Maria da Feira com novos espetáculos e áreas temáticas, dedicados ao reinado de D. Afonso IV, “O Bravo”, numa organização conjunta da Câmara Municipal de Santa Maria da Feira, empresa municipal Feira Viva e Federação das Coletividades de Cultura e Recreio do Concelho.