Foi hoje apresentado no LX Factory a edição de 2017 do Lisboa Dance Festival, que vai decorrer nos dias 10 e 11 de Março em Lisboa, è semelhança da edição de 2016, em vários espaços do próprio LX Factory.
A apresentação esteve a cargo de Karla Campos (Live Experiences) e de Rui Miguel Abreu, que traçou as linhas gerais das Talks e das Masterclasses.
O cartaz da edição de 2017 aprofunda a visão 360º sobre a música electrónica com a confirmação de nomes como Mount Kimbie (com novo disco já em Fevereiro) e Jessy Lanza (artista sensação da Hyperdub), bem como a visão global de Branko e a elegância de Moullinex, em duas curadorias que fazem antever momentos especiais para Março de 2017.
Outra novidade desta 2ª edição do Lisboa Dance Festival é a aposta numa sala exclusivamente dedicada ao conceito “back to back” (B2B) em que os artistas desafiam-se num set totalmente diferente do seu habitual. O festival apresenta B2B com Stereossauro vs Dj Kwan bem como Sam the Kid vs DJ Big, entre outros “confrontos” a anunciar. A música portuguesa de diferentes latitudes musicais marca presença no cartaz do próximo ano: de Holly Hood a Mai Kino, de Corona a Rui Maia e a Holy Nothing, entre outros a anunciar em breve.
Num festival redimensionado para incluir os vários géneros da música electrónica, há igualmente um foco muito particular para Talks, Masterclasses e Market. A Fábrica L da LX Factory recebe uma programação coordenada por Rui Miguel Abreu, num aprofundamento técnico e teórico em torno da música de dança. A edição de 2017 do Lisboa Dance Festival confirma que a música de dança é marca cultural de uma cidade tão em voga.
Aos artistas já anunciados, Hercules & Love Affair, Marcel Dettmann, TOKiMONSTA (estreia em Portugal) e Dekmantel Soundsystem, juntam-se agora as novas confirmações….
Mount Kimbie
Dupla inglesa de música electrónica formada por Dominic Maker e Kai Campos cujo aclamado álbum de estreia, “Crooks & Lovers”, colocou-os na vanguarda do post-dubstep. Próximos de James Blake, músico que integrava a formação ao vivo, nos primeiros anos, já produziram remixes para Foals e The XX. Actualmente na Warp Records, preparam-se para editar o 3º álbum.
Jessy Lanza
Foi a sensação da edição de 2016 do Pitchfork Music Festival Paris. A canadiana é a atual estrela da Hyperdub, a reconhecida label de Kode9, que deu a conhecer ao mundo artistas como Burial, entre outros. 2016 é praticamente o ano zero da artista e no próximo ano prevê-se uma digressão de verão por toda a Euroapa.
Branko
Produtor, compositor, DJ e mentor da label Enchufada, Branko vai ficar para sempre ligado aos Buraka Som Sistema, banda portuguesa que se tornou num case study à escala global e cujas edições e concertos obrigaram-nos a olhar para a cultura da música de dança, e dos vários subgéneros, com outros olhos. Vencedor da Red Bull Music Culture Clash Lisboa, Branko acaba de estrear o vídeo “Reserva pra Dois” com Mayra Andrade
Moullinex
Músico, produtor e DJ normalmente associado à house e ao disco, o seu último disco, “Elsewhere”, demonstra que é muito mais do que uma mera máquina de fazer dançar. Requisitado constantemente para actuar em clubes suados e festivais ensolarados, tem feito remisturas para gente como Sébastien Tellier, Röyksopp e Robyn, Cut Copy ou Two Door Cinema Club e aceitado os desafios mais interessantes (reinterpretação da banda sonora original da saga Star Wars, ou um tributo a Prince). Fundador da label Discotexas, em 2006, com o cúmplice Xinobi, prepara-se para editar um novo trabalho em 2017.
Holly Hood
A biografia de Holly Hood diz tão-somente “O dread que matou Golias”, título da primeira parte de um álbum que é uma trilogia e que, apesar disso, já é tido como um nome incontornável do hip-hop português! “Sangue Ruim”, a segunda parte, sai no início de 2017, mesmo a tempo de ser apresentada ao vivo no Lisboa Dance Festival, onde não se espera menos do que um concerto vibrante deste rapper e produtor.
Mai Kino
Uma das mais reconhecidas plataformas de música – Pigeons & Planes – estrou “The Waves”, o primeiro avanço de Mai Kino. Residente em Londres, a artista portuguesa tem atraído muitas atenções mediáticas com a sua pop electrónica e mesmo em Portugal já vários foram os meios de comunicação a colocarem no mapa o nome de Mai Kino. A estreia em Portugal é precisamente no LDF 2017.
Corona
Corona é um low-life scumbag da baixa portuense que anda sempre em cenas, insatisfeito mas com ideias, inadaptado mas resistente. É também um duo portuense (dB nos beats e Logos nas rimas) que tem feito o seu percurso de meia e chinelo, deambulando por entre os universos do Rock psicadélico e do Hip-Hop. “Cimo de Vila Velvet Cantina” é o terceiro disco da banda, “um dos mais cativantes nomes do hip-hop português em palco”.
Rui Maia
Falar de Rui Maia é falar de X-Wife, banda de post-punk que criou em 2002 com João Vieira (DJ Kitten), e onde toca sintetizadores. É falar de Mirror People, projecto que nasceu enquanto andava em tour com os X-Wife pela América, e cujo álbum de estreia, “Voyager”, foi um dos mais tocados na rádio portuguesa. É falar também do DJ e produtor que desde 2004 toca nos melhores clubes de Portugal, e não só, um estilo muito próprio que vai da disco à house e ao techno.
Holy Nothing
Pedro Rodrigues, Samuel Gonçalves e Nelson Silva são 3 músicos do Porto que se movimentam pelos caminhos infinitos da música electrónica como demonstram as suas primeiras edições: o EP “Boundaries” e o LP “Hypertext”. Ao vivo, a banda mistura projecções com sintetizadores, sustenta a palavra com imagens impactantes e funde música e cinema numa realidade expressiva bastante complexa. O 3º álbum da “electrónica cosmopolita” dos Holy Nothing está prometido para 2017.
Stereossauro
As actuações live deste produtor das Caldas da Rainha caracterizam-se por sonoridades e texturas densas, sem limites à criatividade e sem receio de fugir à segurança de fórmulas estabelecidas, onde sobressai o seu gosto musical ecléctico. O sampling, onde cruza o passado e o futuro, juntamente com a experimentação quase laboratorial de instrumentos musicais marcam a identidade da música de Stereossauro. Internacionalmente sagrou-se campeão do mundo de scratch a ‘meias’ com Dj Ride, com quem forma a dupla Beatbombers.
DJ KWAN
Uma das maiores referências do deejaying nacional começou por misturar rock e depois todos os discos que conseguia encontrar, assumindo a paixão pelo crate digging e pelo vinil. O envolvimento com a cultura do hip-hop era inevitável e aconteceu nos anos 90, dedicando-se oficialmente ao scratch a partir de 1998. O hip-hop é o ponto de partida para uma viagem que passa por outros universos musicais como sejam o R&B, Soul, Funk, Future Beats ou Bass Music. A sua técnica, leitura de pista e a interacção com o público são a cola que une tudo isto de forma única.
Sam The Kid
Samuel Mira AKA Sam The Kid ou STK dispensa apresentações. Para muitos, público, crítica e pares, é a maior referência do hip-hop português. 4 discos editados na primeira década do novo milénio, um deles instrumental, granjearam-lhe uma aura difícil de igualar. Em 2009 integrou os Orelha Negra com DJ Cruzfader, Fred Ferreira, João Gomes e Francisco Rebelo. Mais recentemente, tem trabalhado com Mundo Segundo e criou uma plataforma dedicada ao hip-hop chamada TV Chelas.
DJ Big
Conhecido como o The Party Rocket, o nome dispensa apresentações. Cada noite que os gira-discos se ligam com DJ Big ao comando são noites inesquecíveis: podemos entrar numa viagem pelo mundo do hip-hop e trap, do mais old school que nos faz reviver os anos 90 até aos trabalhos mais recentes, tanto nacionais como internacionais. Os sets que Big usa abrangem todo o tipo de público sem esquecer os truques (Scratch, Turntablism) que tornam o seu show único e brilhante.
Mísia celebra esta sexta-feira, 2 de Dezembro, 25 anos de carreira num espetáculo especial que terá lugar no Teatro da Trindade Inatel em Lisboa. Mísia será acompanhada por José Manuel Neto, na guitarra portuguesa, Ricardo Dias, no piano e acordeão, Luís Cunha, no violino, Daniel Pinto, no baixo, André Ramos, viola, e, terá como convidados especiais, a cantora Amélia Muge e o Maestro e pianista Fabrizio Romano, com quem trabalhou, entre outros, nos álbuns ´Delikatessen Café Concerto' e 'Para Amália'.
Mísia foi a pioneira do que se veio a chamar Novo Fado, com a sua estreia em 1991. Criou uma sonoridade própria ao trazer para o Fado instrumentos como o violino, o acordeão e o piano e tem a particularidade de cantar textos que poetas contemporâneos escreveram especialmente para a sua voz, nomes como José Saramago, Agustina Bessa-Luís, Lídia Jorge, Vasco Graça Moura, Hélia Correia, entre outros. É uma das mais internacionais artistas portuguesas. Foi distinguida com a Ordem de Oficier des Arts et des Lèttres pelo Governo Francês em 2011, depois de já ter recebido a Ordem de Mérito Civil em Portugal. Nesse mesmo ano, recebeu em Florença o Prémio Gilda no 33° Festival Cinema e Donne pela sua participação no filme “Passione” dirigido pelo ator e realizador John Turturro. Em 2012 foi galardoada com o Prémio Amália Rodrigues na categoria “Divulgação Internacional”, um justo reconhecimento pelo seu trabalho além-fronteiras.
Através de uma seleção feita pela sua própria mão, Mísia conduz-nos em “Do Primeiro Fado Ao Último Tango” numa extraordinária viagem pela sua longa e brilhante carreira. Um percurso onde revisitamos “Mísia” (1991), “Fado” (1993), “Tanto Menos Tanto Mais” (1995), “Garra dos Sentidos” (1998), “Paixões Diagonais” (1999), “Ritual” (2001), “Canto” (2003), “Drama Box” (2005), “Ruas” (2009) e “Senhora da Noite” (2011) sem esquecer os recentes “Delikatessen Café Concerto” (2013) e “Para Amália” (2015).
O projecto Beatbombers, que junta Dj Ride a Stereossauro, vai estar este Sábado em Cracóvia, Polónia, para participar na final dos IDA World Dj Championships 2016 (categoria show), evento que desde 2007 reúne os melhores de todo o mundo na arte do scratch e turntablism. Depois de se sagrar campeã na edição de 2011, esta dupla tem sido constantemente premiada nesta competição alcançando o 2º lugar em 2010 e 2012, bem como um 3º lugar em 2014.
Dj Ride e Stereossauro (que isoladamente concorre na categoria técnica) procuram juntar mais este troféu ao seu palmarés, que este ano contou com um novo título. Pela segunda vez consecutiva, os Beatbombers sagraram-se vice-campeões mundiais nos DMC World DJ Championships, competição online.
2016 tem sido um ano intenso para Dj Ride que, além dos campeonatos, tem tocado nos principais eventos em Portugal, dos quais se destacam a Web Summit, o Red Bull Music Academy Culture Clash, o Super Bock Super Rock, o Rock in Rio, o MTV Back to School, o Festival F e o Festival Iminente, preparando-se já para 2017 com presença confirmada no Eurosonic Noorderslag, em Groningen, na Holanda.
Como forma de celebrar o seu regresso a Nova Iorque, no próximo dia 29 de Dezembro e depois da estreia em pleno Central Park, no Festival Summerstage, Batida apresenta uma nova remistura em parceria com a Okay Africa.
“Em 2014 filmei um documentário para a Red Bull Music Academy em Luanda e no voo de regresso a Lisboa decidi mexer neste clássico, depois de uma boa conversa com o Mano acerca da magia da guitarra do cota Boto Trindade de Os Bongos. Na verdade, algo me toca todas as vezes que ouço esta guitarra. Já tinha passado esta remix em alguns dos meus DJ Sets mas, depois do meu ultimo Boiler Room este ano, recebi vários pedidos e achei que estava na altura de a partilhar, para que mais pessoas pudessem desfrutar da magia da era dourada da música Angolana, quando o futuro era promissor para todos os Angolanos. Obrigada à Mano a Mano Produções e à Analog Africa pela benção. Ouçam mais guitarras mágicas na compilação Angola soundtrack.”
“Kazukuta” é um clássico dos angolanos Os Bongos, grupo liderado pelo guitarrista Boto Trindade, que se tornou musico para ajudar a sustentar a familia do seu irmão, abandonando o sonho de se tornar futebolista.
António Zambujo acaba de revelar mais um vídeo retirado do seu último álbum, “Até Pensei Que Fosse Minha”, tendo escolhido agora a canção “João e Maria”. Este é um dos vários clássicos de Chico Buarque que António Zambujo reinterpreta neste seu novo disco, composto somente por canções do mestre da música popular brasileira.
“Até Pensei Que Fosse Minha” tem sido um caso de sucesso junto do público e da crítica tanto em Portugal como no Brasil. Aliás, desde a semana de lançamento que o álbum se mantém firme no top 5 nacional de vendas em formato físico e digital. O disco já conquistou o galardão de Ouro por vendas superiores a 7.500 exemplares.
O disco também tem merecido os mais rasgados elogios da imprensa brasileira, nomeadamente de publicações como “O Globo”, “Folha de São Paulo”, “Veja”, “Maria Claire”, “Estado de São Paulo”, entre outras.
“Até Pensei Que Fosse Minha” conta com a colaboração do próprio Chico Buarque no tema “Joana Francesa”, da cantora Roberta Sá em “Sem Fantasia” e da fadista Carminho no tema “O Meu Amor”.
O disco “Passa a outro e não ao mesmo!”, o projeto solidário da Rádio Comercial, no âmbito da sua plataforma de cariz solidário Eu Ajudo!, acaba de dar frutos e a primeira entrega do cheque a cada uma das associações é feita hoje, numa cerimónia que terá lugar na Sampaio Pina, Lisboa. Vai ser entregue um total de 28.853 euros.
O disco solidário está a ser um sucesso desde o seu lançamento a 24 de junho, tendo sido o disco mais vendido em Portugal durante várias semanas. Até ao momento, e em menos de 6 meses, já foram vendidos perto de 6 mil discos, e vai continuar à venda, podendo ser uma ótima opção para quem gosta de oferecer presentes solidários nesta época natalícia. De acordo com Pedro Ribeiro, diretor da Rádio Comercial, “quisemos antecipar para agora a entrega do primeiro cheque a todas as associações envolvidas porque consideramos que esta época natalícia que se avizinha deve ser vivida com a colaboração de todos os que têm apoiado este projeto e aos quais agradecemos profundamente”.
O disco é composto por 11 canções inéditas criadas e interpretadas por vários artistas portugueses que se juntaram à Rádio Comercial para colaborar neste projeto solidário que irá ajudar 11 Associações de Solidariedade. Participaram nesta iniciativa os artistas David Fonseca, Diogo Piçarra, Dengaz, The Black Mamba, ÁTOA, Márcia, João Só, Amor Electro, AGIR, HMB e D.A.M.A..
O disco, editado com o selo da Universal, continua à venda em todas as lojas físicas e digitais com o preço de 9,99 €, revertendo 100% das receitas a favor das 11 Associações escolhidas pelos artistas.
Associações de Solidariedade escolhidas por cada artista:
Banco Alimentar – Agir
União Zoofila - ÁTOA
Ajuda de Berço – João Só
Re-Food – HMB
APAV - Dengaz
PAR - Marcia
CAIS – The Black Mamba
Acreditar – Diogo Piçarra
Just a Change – DAMA
Aldeias SOS – David Fonseca
Fundação do Gil – Amor Electro
A plataforma Eu Ajudo! é o projeto de cariz solidário da Rádio Comercial que nasceu com o propósito de ajudar quem precisa e onde todas as causas que a estação se associe terão sempre a assinatura “Eu Ajudo!”. O smile do logotipo ganha, nessas ocasiões, uma derivação azul.
A 20ª edição dos Melhores do Ano da Rádio Nova Era já tem data marcada.
Dia 1 de abril, o Pavilhão Rosa Mota volta a ser o palco da única entrega de prémios da música em Portugal. Mas há mais, além da data, são já conhecidos os primeiros artistas que vão pisar um dos palcos mais desejados, ano após ano.
April Ivy é Mariana Gonçalves que, com apenas 17 anos, surge como "a nova sensação eletro pop", assim descrita pela Universal Music France com quem a cantora assinou recentemente um contrato discográfico internacional. April Ivy lançou recentemente um novo single intitulado “Shut Up”, sucedendo aos singles "Unstoppable" e "Be OK" – o video oficial deste último já ultrapassou os dois milhões de visualizações
Bezegol, MC, DJ e produtor já com uma larga carreira, vários álbuns editados e muitos concertos, privilegiando os ritmos rap e reggae e uma grande legião de fãs. Em 2016 e depois do lançamento do quinto álbum de originais – “A Prequela” – Bezegol escreveu e produziu o novo single "Maria", com Rui Veloso como artista convidado. Este novo single descreve um encontro de amigos numa história de amor por “Maria”.
O rapper Bispo, da nova escola da Linha de Sintra, é um dos principais representantes do eixo Algueirão/Mem Martins. No final de 2015, lançou o seu primeiro álbum, “Desde a Origem”, que sucedeu ao EP “Bispoterapia”. O 1.º single retirado deste álbum de estreia de Bispo, foi “Olho Gordo”, que contou com a produção de Spliff. “Desde a Origem” inclui 12 novos temas, com vários produtores reconhecidos da "nova escola!.
Os bilhetes estão à venda a partir de hoje e até 31 de dezembro a preço de pré-venda - 12 euros - na rede Blueticket: Fnac, Worten, ECI, Media Markt e ACP. Online em Blueticket.pt
Depois do enorme sucesso dos concertos de novembro em Lisboa e Guimarães, nomeadamente com o Campo Pequeno completamente esgotado, os GNR continuam a celebrar os seus 35 anos de carreira ao vivo e em palcos de destaque.
Assim, em fevereiro de 2017, tocam no Casino do Estoril - Salão Preto e Prata e no Coliseu do Porto, encerrando esta digressão única numa sala emblemática da cidade que os viu nascer.
Os concertos do Estoril e do Porto integram, novamente, os convidados que acompanharam a banda em palco nos espetáculos de novembro: Javier Andreu, o carismático vocalista dos La Frontera que partilha com Rui Reininho o tema "Sangue Oculto", Isabel Silvestre, a inconfundível voz de "Pronúncia do Norte" e Rita Redshoes que gravou com os GNR o seu mais recente single "Dançar Sós".
Além destes convidados, os concertos contam com um alinhamento totalmente dedicado aos maiores êxitos de GNR e com alguns temas que a banda não toca há vários anos que fizeram o público saltar das cadeiras e render-se à dança nos concertos de Lisboa e Guimarães