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Glam Magazine

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UHF ao vivo nas FNAC Guimarães, Braga e NorteShopping

A banda portuguesa UHF vai estar nas FNAC Guimarães, Braga e NorteShopping para apresentar ao vivo o seu novo álbum “A Herança do Andarilho”.

UHF

Os show cases gratuitos acontecem durante este fim de semana: sábado, dia 18 de novembro, vão tocar as suas novas músicas na FNAC Guimarães a partir das 17h00. No mesmo dia, às 22h00, é possível ouvir a mítica banda portuguesa na FNAC Braga e no Domingo, 19 de novembro, vão estar na FNAC NorteShopping, a partir das 17h00.

 

O álbum “A Herança do Andarilho” é um tributo a uma das maiores referências da música portuguesa, Zeca Afonso. O disco, lançado 30 anos após a morte do cantor e compositor português, homenageia a sua obra, dando continuidade à sua herança musical.

L MANTRA apresentam projeto…

L MANTRA são Madalena Palmeirim e João Teotónio. Tendo ambos um percurso musical ligado a projectos como Nome Comum e ÖLGA, esta colaboração surgiu espontaneamente quando se encontraram em casa de um amigo e resolveram juntar as suas vozes.

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Rapidamente passaram da sala-de-estar para o estúdio de gravação e o resultado foi o seu disco homónimo de estreia, um conjunto de canções imersas num universo lo-fi que, apesar do seu minimalismo depurado, tem em si uma complexidade própria que embrenha o ouvinte numa espécie de sonho distante e intemporal mas, ao mesmo tempo, íntimo e caloroso.

A estreia ao vivo deste disco acontecerá na Casa da Cultura de Setúbal, no dia 2 de Dezembro, às 21:30, numa noite que contará também com o concerto de Marco Luz.

 

Darko apresenta novo single… “Novembro”

Novembro” chega-nos para desvendar mais um capítulo de “OFF”, o primeiro álbum integralmente em português de Darko, projecto a solo de Zé Manel, actualmente a ser gravado e com edição prevista para 2018.

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Depois de Março, com letra de Pedro Chagas Freitas, e Junho, com a participação da jovem actriz Barbara Branco, Darko apresenta-nos um tema com cheiro a bossanova, numa versão mais alegre de si, contrariamente à melancolia a que nos tem habituado. O autor conta-nos a história de um amor interrompido através dos meses do ano, transformando em música o seu calendário e emocional. Novembro é o mês que marca o início da história que deu origem a esta ode ao amor que será “OFF”, o terceiro álbum de originais de Darko.

Gravado por Chiara Missagia para a Ampersand video e com participações especiais de Olívia Ortiz e Michael Heverly, concorrente do programa America's Next Top Model, o videoclipe de “Novembro” reflecte a luz inerente ao encontro inspirador de um novo e verdadeiro amor, após uma fase de perdição, inadaptação e luxuria vivida pelo músico.

BINNAR 2017… Homesickness

Exposição colectiva com: Ana Cláudia Silva, André Macedo, Diego Bernaschina, Fátima Abreu Ferreira, Gian Cruz, Hugo Pereira, Johannes Gerard, Juan Alberto Negroni + Iván Antonio Negroni, Kushtrim Zeqiri, Mar Catarina, Mário J. Negrão, Miguel F, Patrícia Pinto, Paul Wiersbinski e Rogério Ribeiro

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Partindo da sugestão temática “homesickness”, várias perspectivas de diferentes criadores se abrem. Mais do que uma exposição de fotografia ou vídeo, é um agrupar de visões pessoais, tantas quantas o seu número. Imagens. Melhor aqui será falarmos de statements e obras não literais, porque nem o olhar curador se pode permitir a condicionamentos a algo de hermético, dado que o conceito se abre, fazendo-se a si abrangente. Tudo aqui obriga a um segundo olhar e à abertura de vermos o outro.

 

Ana Cláudia Silva / O Meu Mundo Agora É Outro

A casa onde habito, que me espera ao final do dia, não tem qualquer significado para mim. Depois há as casas de outras pessoas à qual sinto que sempre vivi ali. Mas, tal como diz a canção: Geografia onde fica a minha casa? E que significa não ter poiso, não ter nada?*. Estas casas apenas respiram a vontade de permanecer, de resistir a um tempo que é só delas. Se calhar têm saudades de ser uma casa como já foram outrora. Eu, a cada regresso, só anseio habitar ali, naquelas pedras despidas.

* Joana Barra Vaz – Casa é Canção

 

André Macedo / S/T

Como homem do Douro, o rio Douro é tudo para nós, não é apenas mais um rio, é a toda sua envolvência e principalmente a sua gente. Fizemos 897km de rio, é marcante, sabendo que o rio é tudo para nós. Esta fotografia que nos pára no tempo, mexe com as nossas memórias e sentimentos.

 

Diego Bernaschina / Loneliness

This work represents a presence of the loneliness of the long-lived man. As well as a miserable of society that prevents from having a good benefit for the elderly in a situation of poverty. Disadvantage in nutrition, access to health, economy, etc., for well-being of the direct distribution of income income corresponding to the whole population, especially of that culture of social poverty.

 

Fátima Abreu Ferreira / Santiago

Para Esposende, o mar sempre foi algo primordial, detentor da vida e da morte de uma comunidade que se foi construindo à força dos braços dos pescadores e dos pregões das peixeiras. Com a entrada na “antiga” CEE esta comunidade foi apoiada beneficiando de grandes investimentos no sector da pesca. Surgiram subsídios para novas embarcações e melhoramentos na barra e na lota e, consequentemente, o comércio cresceu e a cidade desenvolveu-se. No entanto, os anos do e novos problemas surgiram: a falta de incentivos aos jovens envelheceu a profissão, a necessidade de sérias obras na barra direcionou embarcações com grande capacidade monetária para outros portos de abrigo e as asfixiantes normas impostas pela União Europeia condicionaram a pesca do meixão e da lampreia no rio (principais fontes de rendimento actuais, apesar de ilegais). Posto isto, a actual proposta de trabalho pretende avançar com o retrato das mencionadas dificuldades mas, também, das ligações ao mar e da resiliência destes pescadores que, muito à semelhança de Santiago (personagem principal de “O Velho e o Mar” de Ernest Hemingway), apesar de todas as dificuldades, não desistem das suas raízes.

 

Gian Cruz / Tropicalities

Here lies a profound economy and ecology between nature and our sexualities. The multiplicities of possibilities and elsewheres rest on a crucial peripheral states of queerness, which often resounds a certain natural course. More often the unanswered and ambiguous aspects of human nature have to themselves a currency of peculiar truths resting in nature itself. Libidinal tropicalities is an exploration of these peripheral terrains through the varied imprints of nature and how it creates a language of its own and invites further curiosity more than meets the eye but one that instills looking beyond the confines of something material but more over instinctive and something beyond the quantifiable. It also serves as a topographic enquiry to some extent but it also is sensitive to the volatility of nature’s elements hence its indistinctness and constantly shifting realities. Meanwhile, in response to the theme of “Homesickness” these deeper inquisitions in line with topographies and peculiar set of topicalities also posit an important question of what represents home to me. In such case, it is easily highlighted by the flora around me specifically those endemic to my country and those things often affixed to the terrain I call home is explored further in this visual narrative which also seeks to explore sexualities. It presents also a strong sense of place wherever I may be and how this notion of tropicality infiltrates my being and how these peripheral terrains evoke the very essence of myself and the people that can relate to these peculiar set of tropicalities.

 

Hugo Pereira / A Prelude To Homesickness

Há todo um ritual perante a ideia de partida. Poderá existir o instinto da inércia ou o de deixar para trás uns quantos nós. Se se sente saudades então não se partiu inteiramente. Mas não se subestime estas saudades de casa que, na sua versão em inglês, carregam ares de doença, pesando sobre o corpo e esvaziando a alma.

 

Johannes Gerard / Far Distance

The lonely memories and thoughts about a faraway home. Hidden behind the horizon of sea and sky. The semi nakeness of the woman is a metaphor for how vulnerable we are when missing home and nobody there to share our thoughts.

 

Juan Alberto Negroni + Iván António Negroni / Estoy Buscando A Puerto Rico

By presenting three different images attached to Puerto Rico, this explores the idea of identity. The notion of the globalized vision of culture, the individual connection with one’s personal surroundings and the imposed idea of identity based on almost extinct traditions and regionalisms.

 

Kushtrim Zeqiri / Mole-Cure

I have imagine a type of molecules that have falling in Earth to cure burned zones. So, this show the future interplanetary connection.

 

Mar Catarina / O Ar

Foi em Outubro quando reparei numa árvore solitária que ficava em frente à cafetaria. A sua solidão era equiparável à minha quando caminhava sozinha para os hotéis à noite. Cada semana ficava num distinto mas todos eram iguais, só que em cada novo enchia um pouco mais o vazio que sentira no anterior. Não foi até passado um mês, que reconheci o que me acontecera: naqueles dias só o ar me alcançava a tocar.

 

Mário J. Negrão / S/T

A sensação de ausência que, por vezes, se esconde nas mais pequenas fracções de tempo, nos segundos  quando não se é notado – obra, fidalgo e transformação – “Cai luz na água dos teus ombros / pinta, pinta, de sorriso o mundo molhado da virtude!

 

Miguel F / Casa Lava, Casa Terra

A saudade emerge, tantas vezes, da descoberta. Não essa saudade  malfadada, mas uma chegada inquieta que afaga e rompe das entranhas da terra num tremor que nada teme. Saudade não é coisa de futuro, mas há saudades do futuro. Descobrir que sentimos falta de lugares onde nunca estivemos é como desenhar desejos . Entre uma viagem e uma mudança de casa,  casa lava, casa terra é parte de um ensaio fotográfico sobre a falta que nos faz um lugar chamado futuro.

 

Patrícia Pinto / Num Dia Em Que Voltámos

Sentimos saudades dos cheiros, dos sons, da brisa quente e da brisa fria. Sentimos saudade de quem habita e dos hábitos. Quem constrói as casas são as pessoas. As paredes erguidas para descansarem e alimentarem-se absorvem a vida que testemunham. Os meus avós construíram esta casa na aldeia onde nasceram há mais de 70 anos e desde de então foi a casa de toda a família. A casa está desabitada até que a saudade aperta e voltamos.

 

Paul Wiersbinski / Teen Queen Me

It is not the time to be tender anymore but to mold the within. A home for the stinger of strangeness. A discordant twin with the melted face. A song of two roads. Shards of selflessness evaporating. A rippled village pond of rapture. Colorful lametta covering the keloided soul.

 

Rogério Ribeiro / S/T

Com as palavras de Wittgenstein gravadas na memória – “If you want to go down deep you don’t have to travel far, in fact you might not even need to leave your immediate surroundings” – considerei que esta ideia poderia ser interessante para orientar uma prática fotográfica. Fi-lo durante alguns anos, representando apenas aquilo que me rodeava consecutiva e excessivamente. Procurando tudo num só lugar. Aquilo que proponho nestas novas imagens será uma saída da minha zona de conforto – uma fuga ao familiar. Procurar o mesmo num outro lugar.

 

Museu Soledade Malvar

10 a 24 Novembro 2017

Pablo Alborán esta de volta… Novo álbum “Prometo” é hoje editado

O artista que apaixonou Portugal com um dos maiores êxitos dos TOP’s nacionais das últimas duas décadas, está de volta. Após 2 anos de ausência, ei-lo com um novo disco repleto de grandes canções, mais uma vez, resultado de um largo período de reflexão em que cresceu como artista. Um álbum em que está tudo aquilo que o converteu num grande fenómeno da música mas também novas influencias, na sequência da sua curiosidade e evolução musical.

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Segundo as suas próprias palavras, “da gravação de “Prometo” aprendi que temos de experimentar, que temos de perder-nos para nos encontrarmos e não temos de ter medo de tomar certas decisões. Isso soube-o logo ao terminar as gravações do disco, ao dar-me conta do quanto positiva foi esta nova experiencia. Tinha isso claro, desde o início e os factos confirmaram-no. Agora só posso dizer que em “Prometo” dei tudo de mim e não me poupei em nada.”

 

Julio Reyes, reconhecido produtor colombiano (Alejandro Sanz, Marc Anthony, Nelly Furtado, Jennifer Lopez, entre muitos outros) gravou e produziu o álbum em Miami.

 

Os músicos que colaboraram com o Pablo nas gravações de “Prometo” são de várias origens e países. O pianista, Carlos Fernando López é Colombiano; o guitarrista, Dan Warner é Americano, assim como o baterista Aaron Sterling, nativo de Nashville; Guillermo Vadalá, o baixista, Argentino; Ricardo López Lalinde, Colombiano; o baterista Almando Cresso veio da Jamaica; o multi-instrumentalista Yasmil Marrufo é Venezuelano; também o percussionista Richard Bravo é da Venezuela. E, finalmente, o seu companheiro de estrada, faz muitos anos, Lolo Álvarez, guitarrista espanhol que, segundo Pablo, "veio dar um toque de familiaridade às canções". De destacar ainda a colaboração da “The City of Prague Philharmonic Orchestra”.

 

Um álbum, sem dúvida, muito aguardado pelos milhares de fãs também em Portugal e do qual já se conhecem vários temas como “No Vaya A Ser”, um dos temas mais rodados nas rádios ou “Saturno” . O artista que já vendeu mais de 150 000 discos em Portugal e que tem o recorde de galardões no nosso país, ao conquistar 7 platinas com “En Acustico”, vai mais uma vez aquecer os corações dos seus milhares de fãs com as canções de “Prometo” e provar mais uma vez porque o consideram o maior fenómeno da música latina da actualidade.

 

15ª Edição do EDPCOOLJAZZ… Primeira Confirmação é Gregory Porter

O EDPCOOLJAZZ anuncia um dos grandes nomes da música jazz e soul da atualidade para a sua 15ª edição: Gregory Porter, vencedor de 2 Grammys “Best Jazz Vocal Album”, e que acaba de lançar o álbum de tributo “Nat King Cole & Me”. O cantor norte-americano atuará no dia 20 de julho nos Jardins do Marquês de Pombal.

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A 15ª edição do EDPCOOLJAZZ prepara-se para ser a mais especial de sempre, um evento que se demarca cada vez mais pelas suas características únicas. Os Jardins do Marquês de Pombal será o local de apresentação desse novo disco – um local reconhecido pelo seu alto valor patrimonial.

 

Se é de Património que falamos, sem dúvida que o dia 20 de julho marca a junção de vários valores “patrimoniais”: a memória de Nat King Cole e o talento de Gregory Porter. Para além disso, Porter não deixará de revisitar os seus primeiros dois trabalhos, com clássicos tão queridos do público como “Liquid Spirit” e “Hey Laura”.

 

O EDPCOOLJAZZ recebe este aclamado artista na sua apresentação em Portugal de

Nat King Cole & Me”, sucessor de “Liquid Spirit” (2013) e “Take Me To the Alley” (2016), dois álbuns vencedores de Grammys que afirmaram Porter como uma superestrela global e um dos maiores cantautores jazz da sua geração, e que com certeza farão parte do repertório deste concerto especial.

BINNAR 2017…

O festival de artes BINNAR realiza-se pela segunda vez na cidade de Vila Nova de Famalicão, entre os dias 10 e 24 de Novembro de 2017. Entre música, performance, fotografia, teatro, vídeo, escultura, imagem ou instalação são vários os artistas e grupos de artistas que passam pela cidade, quer seja em exposição, com actuações ao vivo, em residência e/ou a coordenar projectos e workshops....

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18 de Novembro

Andreia Ruivo com alunos da Academia Contemporânea do Espectáculo

No âmbito da acção PerformActiva, um trabalho em residência.

Para alguns, os da memória mais fresca, a sigla desta oficina vai lembrar os tempos de austeridade ainda há pouco aliviada, era o Programa de Estabilidade e Crescimento. Não, não vamos fazer um programa com essa linha condutora, mas sim um programa de instabilidade em crescimento! Provocar, Experimentar e Criar são os verbos centrais destes encontros, nesta ordem ou noutra qualquer. Provocar, experimentar e criar!

 

Mosteiro de Arnoso | 17.00h

 

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PERI HELIO / Conjunto de obra mural, realizada em residência

Sobre o artista viguense, diz-nos o Digerible: “Um artista muito interessante, que criou um universo visual único, com uma atmosfera surrealista, onde o futurismo, a arquitectura, a natureza e o espaço representam um factor importantíssimo.”

 

“Partindo da minha concepção da pintura mural como uma forma de expressão artística com uma importante componente social, o meu trabalho busca sempre gerar um diálogo directo com a sociedade e estabelecer-se como uma ferramenta dinamizadora do espaço público, proporcionando oxigénio novo e necessário para a cidade e seus habitantes.

Com este objectivo em mente, o trabalho planeado para a cidade de Famalicão no âmbito do festival BINNAR, consiste na intervenção pictórica de umas pequenas paredes que fazem parte de um espaço ajardinado, de distensão para a cidadania, em que as alusões à cidade se entrecruzam com o meu universo pessoal, em que tanto a geometria como a astronomia estão profundamente enraizadas. Assim, à sua volta, geram-se composições de carácter onírico e surpreendente, carregadas de associações simbólicas e com claras evocações e influências do surrealismo e do simbolismo.”

 

Parque da Juventude
15 a 24 de Novembro

 

O festival, apoiado pela Câmara Municipal, tem agregado várias parcerias e diferentes espaços da cidade e do concelho (museus, galerias, fundações, escolas e outros) para apresentar um programa que junta artistas consagrados e emergentes. A entrada é sempre gratuita em todos os eventos e actividades.