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Glam Magazine

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REVENGE OF THE 90s… Noite de fim-de-ano é no Coliseu dos Recreios

A passagem de ano de 2017 para 2018 vai ser diferente. No dia 31 de dezembro, o Coliseu de Lisboa vai vestir-se de gala para receber o Revengeillon Noventeiro numa noite que ficará certamente para a história e que está já a dar muito que falar.

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O desafio começou a 11 de Fevereiro. Nesse dia, Lisboa recebeu a primeira edição do Revenge of The 90s que esgotou em apenas 48 horas. A partir dessa data, mensalmente, as noites da capital voltaram a render-se aos anos 90, duma forma nunca antes vista. De tal forma que os Santos Populares Noventeiros, no Campo Pequeno, bem como a American Pie Edition foram também eles um sucesso e a chegada ao Algarve e Porto, uma consequência natural, sempre com salas esgotadas.

 

Durante as várias edições da festa, muitas foram as referências nacionais e internacionais dos anos 90 que passaram pelo Revenge of The 90s. Dos Anjos aos SNAP!, das Nonstop aos Technotronic, passando por Melão, Fúria do Açucar, Helder, o Rei do Kuduro ou José Figueiras muitos foram os que se renderam ao conceito e emprestaram o seu carisma às festas mais aguardadas do momento.

 

Agora chega o Coliseu, numa nova versão do Revenge of The 90s, com muitas surpresas, algumas novidades e convidados inesperados e inéditos. Absolutamente a não perder!

Voz “cool” e Soul & Funk de Marta Ren no “Dar Letra à Música”

Num momento raro o público fiel do “Dar Letra à Música” (DLAM) vai poder experienciar Soul do mais clássico e Funk do mais irrequieto pela voz de Marta Ren, no próximo dia 23 de novembro, no Museu Futebol Clube do Porto. Natural da Invicta, e longe do mainstream, a “diva” que parece sempre ter vivido na genealogia da música negra vai tomar conta do palco do Auditório Fernando Sardoeira Pinto, com banda sonora inspirada no seu último álbum, “Stop, Look, Listen”, que ultrapassou todas as certezas da crítica, até internacional – aliás, é sintomático o número crescente de solicitações para concertos além-fronteiras.

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photo: Paulo Homem de Melo

 

Foi na banda que fundou, os Sloppy Joe, das proeminências nacionais e onde sulcou as variantes jamaicanas do Reggae, Ska e Dub, que colocou em alerta os críticos para uma voz que se mostrou logo desalinhada com a vulgaridade. Há quem nasça para o que é, mas Marta Ren não se deixou estacionar nas competências inatas, atravessando os últimos anos a evoluir sem receio de diversificar.

 

O Hip-Hop, por exemplo, chamou-a para colaborações ao lado de referências como New Max, Link, Dealema, NBC e Sam the Kid, e no currículo sobressaem outros projetos apetecíveis – colectivo Movimento e Bombazines. Nestes trajetos, Marta Ren evidenciou sempre uma atração pelos territórios da Soul e do Funk, onde é selvagem e arrasa, com “voice” e postura apropriadas.

 

Foi também assim com o álbum de 2016 - “Stop, Look, Listen” -, assinado com os The Groovelvets (excelente banda de multifacetadas sonoridades) e de onde saíram temas marcantes, “cool” e, sobretudo, orelhudos, e a ansiedade já é enorme para ouvirmos o próximo disco, que está quase a chegar e pronto a acentuar a sua internacionalização galopante.

 

Depois de atuações, em 2014, na festa de apresentação dos equipamentos oficiais do FC Porto e na Gala dos Dragões de Ouro, a artista regressa ao universo azul e branco, tendo agora como cenário o Museu, a partir das 21h30. Portuense e portista, Marta Ren vai sentir-se em casa ao partilhar canções e histórias, desafiada pela informalidade e o humor da habitual dupla de apresentadores do DLAM. O evento é uma organização do Museu FC Porto, em parceria com a Associação Sótão Paralelo

Rui Veloso ao Vivo no Multiusos de Guimarães

Cantor, compositor e guitarrista, começou a tocar harmónica aos seis anos. Mais tarde deixar-se-ia influenciar por B.B. King e Eric Clapton, lançando com vinte e três anos, o álbum que o projetou no panorama da música nacional, Ar de Rock, dele fazia parte a faixa Chico Fininho, um dos maiores sucessos da obra de Rui Veloso e de Carlos Tê, seu letrista.

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Rui Veloso, apresenta-se no Multiusos de Guimarães, no dia 5 de maio de 2018, para um concerto memorável. O músico irá revisitar os mais importantes temas da sua carreira, que marcaram várias gerações, levando a plateia ao rubro. Temas como: “Não há Estrelas no Céu”, “Chico Fininho”, “Jura”, “Porto Covo”, “Sei de Uma Camponesa”, e “Nunca Me Esqueci de Ti” – são alguns dos êxitos que se irá ouvir neste concerto tão especial.

Sortido #3… as diversas faces do pós-punk em fusão com o jazz e noise numa noite Liveurope

SORTIDO é uma noite com selo Liveurope que promove o circuito de artistas emergentes europeus. As diversas faces do pós-punk em fusão com o jazz e noise serão exploradas por Sten Ove Toft e pelos duos de fusion Aiming for Enrike e Memória de Peixe.  

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Sten Ove Toft é um dos veteranos da cena norueguesa de noise. Nos últimos 15 anos actuou por todo o mundo como um artista solo sob identidades e projectos diversos, como Ryfylke, Faux Pas, Utarm, The Megaphonic Thrift, MoE ou Serena-Maneesh. Ultimamente está mais dedicada aos Dead Neanderthals e ALTAAR, uma banda de doom metal.

 

Aiming For Enrike é um duo explosivo de Oslo que cria um universo excêntrico e apelativo através de uma bateria, um conjunto de amplificadores de guitarra e uma série de loops e pedais de efeito. É um universo preenchido com sons do jazz, noise, pós-punk e funk.

 

Memória de Peixe não é apenas o nome do projecto fundado por Miguel Nicolau. Através de um pedal de loops, grava com a guitarra em tempo real loops de curta duração, fazendo a analogia à curta memória de um peixe. O primeiro disco homónimo foi considerado um dos discos do ano de 2012, nomeado pela SPA e inúmeras referências nacionais e internacionais. Em 2016 regressam com "Himiko Cloud", disco baseado em histórias fantásticas e sci-fi que obteve reconhecimento internacional por publicações como Les Inrocks ou The Line of the Best Fit.

 

Paulo Ribeiro homenageia a obra de Jiří Kylián no Centro Cultural Vila Flor

Um passeio com Jiří Kylián. É assim que Paulo Ribeiro apresenta a sua nova criação de homenagem a um coreógrafo que respira o presente e exala a intemporalidade, alguém que carrega uma mão divina. Depois da estreia em Viseu, no Teatro Viriato, “Walking with Kylián. Never Stop Searching” tem apresentação marcada no Centro Cultural Vila Flor, em Guimarães, este sábado, 25 de Novembro.

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São cinco os intérpretes que dão corpo à obra: André Cabral, André Mesquita, João Cardoso, Miguel Oliveira e Teresa Alves da Silva. Quatro homens e uma mulher. Surge um dueto que é retomado ao longo da peça. Trata-se de um encontro entre duas pessoas que parecem procurar uma linguagem comum, formas de se adaptar um ao outro. Um possível encontro entre Ribeiro e Kylián. Talvez.

 

Os corpos, um a um, vão atravessando e ocupando o espaço, desenhando trajetos com movimentos amplos e contínuos, gerando relações que se reconfiguram através da sua composição. Cria-se a ilusão de que não se vão tocar ou aproximar demasiado. Ainda assim, as relações intensificam-se e desvanece-se uma certa individualização dos corpos, afirma-se a força de um corpo coletivo. A composição, em “Walking with Kylián. Never Stop Searching”, estrutura-se a partir de diálogos coreográficos, jogos de pergunta e resposta. A intensidade gerada pelo uníssono e pela repetição do movimento continuamente transformado, revela-se na procura de complementaridade. Evita-se a sobreposição de ideias. O discurso coreográfico e a linguagem são progressivamente contaminados pela integração de detalhes e pela fragmentação do movimento.

 

Walking with Kylián. Never Stop Searching” é uma evocação a Jiří Kylián, coreógrafo incontornável da cena coreográfica contemporânea, referência maior para Paulo Ribeiro. À semelhança das obras de Kylián há, nesta proposta, uma pesquisa sobre corpos que são simultaneamente etéreos e fortes. Simultaneamente previsíveis e imprevisíveis. Corpos que se movimentam através de uma força gerada no seu interior, expondo com tempo o que deles emana. A genialidade e intemporalidade das obras coreográficas de Kylián despertaram a vontade de com ele comunicar, partilhar e passear intensamente, de homenagear a obra aproximando-se do criador.

 

Walking with Kylián. Never Stop Searching” é coproduzido pelo Centro Cultural Vila Flor, Teatro Nacional São João, Teatro Viriato e São Luiz Teatro Municipal

The Best Art Vinyl… The Gift nomeados para melhor capa do ano com “Altar”

Já na sua 13ª edição, o prémio The Best Art Vinyl reúne a opinião global sobre o melhor da arte contemporânea e do design na música tendo-se tornado uma referência mundial no que diz respeito à divulgação, promoção e distinção das melhores capas de LP.

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The Gift estão nomeados em 2017 para melhor capa do ano pelo disco “Altar” com fotografia do australiano J.S. Birnie. O vencedor do prémio The Best Art Vinyl de 2016 foi o álbum “Everything You've Come Expect” de The Last Shadow Puppets, criado pelo ilustrador e designer Matthew Cooper a partir de uma fotografia original de Tina Turner no final dos anos 60.

 

The Gift é a única banda portuguesa nomeada para a edição de 2017 junto a nomes de referência como The Killers, Royal Blood, Queens of the Stoneage, Lorde, Gorillaz, Father John Misty entre outros.

Festival Sons em Trânsito em Aveiro começou ontem…

Aveiro está no centro do Mundo com a 8ª edição do Festival Sons em Trânsito. O evento está de regresso ao Teatro Aveirense para celebrar a tolerância, respeito e multiculturalidade, com artistas representantes de 11 países, 4 continentes e 4 religiões.

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Durante a tertúlia que decorreu ontem, moderada por João Gobern, falou-se da canção e a sua importância na revolução, num momento de instabilidade e intolerância atravessado pelo mundo inteiro. A liberdade de expressão tem sido comprometida ao longo da história, mas a arte e a canção conseguem sempre encontrar o seu lugar junto das pessoas. Luaty Beirão afirmou na conferência: “Se a gente imagina golpes militares, as pessoas mais duras, é praticamente impossível que elas não tenham sido moldadas por músicas. Acho impossível que haja um despertar de consciência colectiva sem que haja uma música por trás”. Pedro Abrunhosa reforçou a importância da canção: “A música tem estado sempre ao lado das grandes mudanças na história. (…) As revoluções competem aos cidadãos através da não passividade, e a não passividade significa a ausência de silêncio.”

 

Após a tertúlia de ontem, com Luaty Beirão e Pedro Abrunhosa, sob o tema “Pode uma canção fazer uma revolução?”, seguem-se quatro noites de concertos, com referências globais da música do mundo. Dia 22 de Novembro chega a Aveiro, da Mongólia, o trio Egschiglen, e do Mali, Vieux Farka Touré acompanhado por Idan Raichel, de Israel, com o projecto The Touré-Raichel Collective; a 23 de Novembro a programação é composta por Roberto Fonseca, brilhante pianista cubano que fez digressões mundiais com Orquesta Buena Vista Social Club, e Vinicio Capossela, mítico cantautor e poeta italiano, que nos apresenta o novo álbum; Dia 24 de Novembro, Júlio Resende interpreta “Amália por Júlio Resende”, seguindo-se Jorge Drexler, o multi-galardoado (Óscar, Latin Grammy, Goya) artista urugaio, terminando com um set de Colorau Som Sistema; A noite de 25 de Novembro começa com o projecto brasileiro embaixador do funzy, Liniker & os Caramelows. Mulatu Astatke, conhecido como o pai do Ethio-Jazz, da Etiópia, actua também nessa noite, estando a cargo de Ohxalá o encerramento do festival.

 

22 Novembro 2017

21h30 | Egschiglen

23h00 | The Touré-Raichel Collective

 

23 Novembro 2017

21h30 | Roberto Fonseca

23h00 | Vinicio Capossela

 

24 Novembro 2017

21h30 | Júlio Resende

23h00 | Jorge Drexler

00h30 | Sessão de Contos por Quico Cadaval

01h00 | Colorau Som Sistema

 

25 Novembro 2017

11h00 | Sessão de Contos Infantis por Ivo Prata

21h30 | Liniker & Os Caramelows

23h00 | Mulatu Astatke

00h15 | Sessão de Contos por Quico Cadaval

00h45 | Ohxalá

de Turquoise apresenta o EP “Camomila”

Se a música fosse uma cor, a de André Júlio Teixeira seria turquesa. de Turquoise é o nome do seu mais recente projecto a solo, uma tentativa de encontrar na música, talvez, essa mesma frequência harmónica de azul, que apazigua, que sugere um lugar pleno para se estar. Um lugar sempre novo, reconfortante e vibrante.

Um abrigo do vazio do mundo, onde a percepção de tempo e espaço se expande sem noções, onde o pensar perde o contexto e se silencia, e de onde nascem forças motrizes que nos contam histórias concretas, abstratas, a começar pelo ponto mais infinitamente distante de nós, para acabar no mais íntimo.

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Com uma formação e experiência profissional em música e teatro, André Júlio Teixeira, músico multi-instrumentista, procura com de Turquoise, fazer essa descoberta a solo. “Camomila”, o seu mais recente EP, é uma delas, onde explora o potencial da simplicidade e elasticidade da guitarra e da voz, por vezes subtilmente modeladas com pedais de efeitos, mas sem se desfocar da qualidade acústica que os  aracteriza, procurando uma versatilidade rica em elementos sonoros.

Jessie J lança novo single: “Queen”

Jessie J acaba de lançar o seu novo single, “Queen”, que apresenta o seu quarto álbum de originais, “R.O.S.E.”, que será editado no próximo ano.

O single já está disponível nas várias plataformas digitais.

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Jessie J explica aos fãs a mensagem e a inspiração que estão por trás de “Queen”: “Compus esta canção porque todos nós precisamos de nos lembrar em alto em bom som o quão bonitos somos por dentro. Simples. Para mim, esta não é só mais uma canção, é uma forma de pensar e um mantra que merecemos. Obrigado a todos pelo vosso amor e apoio incondicionais. Amo-vos a todos. Jess x”.

Recentemente, Jessie J anunciou o lançamento de “R.O.S.E.” – um acrónimo para “Realizations, Obsessions, Sex e Empowerment” – através de um vídeo onde abordou as suas várias lutas internas e a viagem que percorreu até chegar a este trabalho. Podem ver o vídeo aqui. Entretanto, a cantora já revelou outros temas deste próximo álbum, nomeadamente “Think About That”,“Not My Ex” e “Real Deal”. No último mês, a cantora deu uma digressão, esgotada, um pouco por todo o mundo que passou pelo Reino Unido, EUA, China, Canadá, Alemanha e Holanda.

North Music Festival 2018 será na Alfândega do Porto

A segunda edição do North Music Festival vai realizar-se a 25 e 26 de Maio num dos locais mais emblemáticos da cidade do Porto, a Alfândega. O festival, que pretende ser urbano, transversal e mainstream, vai abrir a temporada dos grandes festivais de Verão em Portugal com uma programação musical para todos os gostos, tanto nacional como internacional. As primeiras grandes confirmações serão anunciadas muito em breve.

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O North Music Festival apresenta-se como uma experiência cultural para as famílias e para todas as idades. O festival marca a diferença e vai combinar vários estilos musicais –  do pop ao fado e da world music ao rock, passando também pela dance music – com experiências gastronómicas, provas de vinhos, zona de jogos, exibição de filmes e documentários e muito mais, e tudo num cenário único: o rio Douro e a zona histórica do Porto.

 

Para Jorge Veloso, Diretor da Vibes & Beats e grande mentor do projecto “o objetivo é que o North Music Festival seja muito mais do que um festival de música, queremos que seja uma experiência inesquecível num cenário que dispensa apresentações”. A escolha da cidade do Porto para a segunda edição do Festival foi óbvia porque “além de ser uma cidade em efervescência, o Porto é o centro de toda a região Norte e um dos principais destinos turísticos da Europa."

 

Já a escolha da Alfândega foi fácil pois "enquadra-se perfeitamente no espírito do North Music Festival", acrescenta Jorge Veloso. Além das excelentes infraestruturas existentes na Alfândega que possibilitam o conforto e comodidade do público, a localização privilegiada deste espaço, com vistas sobre o rio Douro, faz com que este faça também parte do cenário do North Music Festival. Assim, para integrar o rio Douro na festa, o festival vai ter vários momentos musicais e de animação em barcos com vista excecional para o palco principal.

Novo single de Holly Hood “Cala a Boca”…

Segundo single de "Sangue Ruim", a segunda parte do álbum "O Dread Que Matou Golias", "Cala a Boca" é o mais recente tema de Holly Hood que, de forma energética, nos revela mais um capítulo do seu álbum de estreia. O videoclip de “Cala a Boca” já conta com mais de 2 milhões de visualizações.

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Em 2016, Holly Hood avançou com o seu primeiro projeto em nome próprio. O seu primeiro tema a solo de sempre, “Qualquer Boda”, foi lançado a 1 de janeiro desse ano. Seguiram-se os singles  “Cobras e Ratazanas” e “Fácil”, os maiores sucessos de “O Dread Que Matou Golias”, a primeira parte do seu álbum, que é uma trilogia.

Os restantes temas desse primeiro capítulo da história foram lançados em junho e, a partir daí, Holly Hood iniciou um percurso que o levou a vários palcos memoráveis, como MEO Sudoeste, Lux Frágil e Festival Iminente. Mais recentemente, começou a preparar a segunda parte do seu disco, “Sangue Ruim”, da qual já foram divulgados os singles “Ignorante” e o mais recente “Cala a Boca”.

Primeiras Confirmações para os Melhores do Ano da Nova Era 2018

A única entrega de prémios de música do país, produzida pela Rádio Nova Era, está de regresso dia 14 de abril de 2018, na Exponor – Feira Internacional do Porto. Mais uma vez, esta cerimónia vai voltar a reunir os nomes mais proeminentes da música nacional e internacional num evento com 10 horas de duração, e que este ano se realiza na Exponor, em consequência do encerramento do Pavilhão Rosa Mota para obras de remodelação. A Exponor é igualmente um local com inúmeras acessibilidades, quer a nível de transportes públicos, quer de automóvel, permitindo o crescimento do evento.

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Em breve serão conhecidos os nomeados, dos quais sairão os Melhores do Ano 2018. Os primeiros nomes confirmados, que irão atuar dia 14 de abril na Exponor são: Karetus, Mundo Segundo e Wet Bed Gang.

 

Os Karetus são bem conhecidos do público da Nova Era. Ainda no passado verão atuaram na EDP Beach Party, em Matosinhos. Esta dupla assume-se como um dos projetos portugueses mais internacionais na música de dança eletrónica, fazendo sucesso em muitas partes do globo. Tiveram colaborações e remixes com alguns dos maiores nomes mundiais, apresentando sempre novas sonoridades e fusão de estilos.

O single “Wall Of Love” conta com a participação de Diogo Piçarra e leva já quase 3 milhões de visualizações no YouTube.

Recentemente lançaram o EP “FDS”, que inclui as faixas "Maluco", "Mais uma Party" e "Almoçarada", que se tornaram virais nas redes sociais, contando já com mais de 2 milhões de visualizações.

Mundo Segundo é um dos nomes mais respeitados do hip hop nacional, tendo já completado duas décadas de carreira, a solo e com projetos coletivos, como os Dealema. Recentemente lançou um EP a solo intitulado “Sempre Grato”, que inclui o tema “Margens do Douro”, com a participação de Maze e Macaia. Em preparação está um álbum conjunto com Sam The Kid. Tem sido presença constante na Rádio Nova Era, com o radio show “Skills”, transmitido todas as quartas, das 23h à 01h da manhã.

 

Os Wet Bed Gang são um quarteto composto por Gson, Zara G, Kroa e Zizzy. A qualidade individual que é reconhecida a cada um dos elementos do grupo, é ainda mais reforçada no seu trabalho em equipa. Este ano lançaram o seu primeiro EP intitulado “Filhos do Rossi” que inclui uma colaboração de Jimmy P no tema “Kill'em All”, que soma já mais de 2 milhões de visualizações no YouTube.

Os Wet Bed Gang participaram também no mais recente single dos KaretusMaluco”, do EP “FDS”.

 

Lisboa Dance Festival 2018… Novas confirmações

Octave One, a dupla norte-americana vinda diretamente de Detroit, Romare (Full Live Band), Leon Vynehall, Max Graef e a portuguesa Mvria são as mais recentes confirmações do Lisboa Dance Festival 2018, um cartaz que começa a tomar forma com uma programação virada para as tendências mundiais da música electrónica. Nos dias 9 e 10 de Março, o Lisboa Dance Festival vai decorrer num novo local, o Hub Criativo do Beato, espalhando-se por várias salas deste novo espaço na zona oriental de Lisboa, criando diferentes ambientes para receber os novos artistas.

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Nome incontornável na playlist de qualquer DJ nas duas últimas décadas, os Octave One são responsáveis por criar verdadeiros hinos do dance floor que continuam a soar tão frescos e inovadores como então! O hit single, “Black Water”, vendeu um milhão de cópias no ano 2000 e continua a marcar presença nos sets de Little Louie Vega, Danny Teneglia, Jeff Mills e Richie Hawtin. As atuações enérgicas dos Octave One esgotam salas por toda a Europa, Japão, Austrália e Estados Unidos. Octave One é mais do que uma banda de música electrónica, é uma experiência que “mexe” com as fronteiras de espaço, som e música em tempo real

 

O produtor Archie Fairhurst, mais conhecido por Romare, cruzou-se com os trabalhos do artista afro-americano Romare Bearden e com a sua técnica cut’n’paste, enquanto estudava na universidade, vindo a adotar o seu nome e aplicando uma abordagem similar na sua música e que é, atualmente, a sua imagem de marca. As suas edições não vão além de 2012 e aquando do segundo EP, os seus temas já eram incluídos em compilações lado-a-lado com pesos-pesados como Tiga e Bonobo. “Projections”, o álbum de estreia, foi amplamente aplaudido pela crítica. Apoiado na rádio por toda a gente desde Gilles Peterson a Steve Lamacq, e na pista por DJs de renome como Four Tet, por exemplo. Na 3ª edição do Lisboa Dance Festival, vamos poder ouvir o último trabalho do produtor, “Love Songs: Part Two”, em formato LIVE com banda completa!

 

Produtor e DJ britânico de deep house cuja música incorpora muito do seu passado musical - house, techno, disco, funk, hip-hop e soul - mas sempre “em cima” da cena underground. O estilo de Vynehall enquanto DJ é, por conseguinte, eléctico e sempre surpreendente, o que acaba por refletir-se nas suas mixes, não tendo passado ao lado da FACT nem da XLR8R. 2014 foi um ano de viragem na sua carreira, depois da edição de “Music For The Uninvited”, 4,5 numa escala de 5 para a Resident Advisor! E assim começou uma tour que o levou aos melhores clubes de Berlim e Ibiza, mas também a estádios em Los Angeles, Sydney e Tokyo. No ano passado editou “Rojus”, tendo sido igualmente aclamado pela crítica especializada (Pitchfork, DJ Mag, Mixmag, Billboard e Mojo).

 

DJ e produtor nascido e criado em Berlim, Max Graef já editou pela Apron, Tartelet e Ninja Tune; dirige a editora M$R (Money $ex Records), juntamente com Glenn Astro & Delfonic; a Fluid Soul Radio com Nano Nansen; tem uma banda, a Torben Unit (conhecida anteriormente por Max Graef Band) e ainda contribui para as misteriosas Torben Series! 24 anos muito bem preenchidos! No Lisboa Dance Festival 2018, vamos poder ficar a conhecer melhor a electrónica de Max Graef, um som fresco e despreocupado com convenções, que reflete o seu gosto pessoal, incorporando hip-hop, jazz e house.

 

Nascida e criada no Porto, onde vive, MVRIA frequenta as cabines dos clubes portuenses há mais de 8 anos. Sonoridades puramente electrónicas, do Bass ao Acid House, do Disco ao Techno, quando as palavras de ordem são estas, MVRIA conduz a pista com destreza e elegância. Responsável por festas como Grrrl Riot e Aerobica; residente no Passos Manuel, onde também faz programação; metade da dupla Light Machine com João Vieira (DJ Kitten/ White Haus) e autora do “Bulir” - programa mensal na Rádio Quântica - MVRIA já partilhou cabine com nomes como Daniel Avery, Xosar, Bonobo, Helena Hauff, Nina Kraviz, Lindstrom ou Clara 3000

 

Aos primeiros nomes avançados… NAO, Nosaj Thing (Live), Joe Goddard (Live), Midland, Monoloc, Optimo, Saoirse, Mirror People e Xinobi, juntam-se agora Octave One, Romare (Full Live Band), Leon Vynehall, Max Graef e Mvria.

 

Salvador Sobral confirmado como um dos grandes vencedores dos prémios EBBA 2018

Salvador Sobral é confirmado como um dos vencedores dos European Border Breakers Award 2018, um prémio a nível europeu para artistas emergentes e que têm conhecido um excepcional nível de sucesso na Europa.

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photo: Paulo Homem de Melo

 

Em 2017, Salvador Sobral alcançou uma vitória recordista na competição Eurovisiva, e a primeira vitória de sempre de Portugal no Festival, com a balada “Amar Pelos Dois”, escrita e composta por Luísa Sobral, sua irmã. Em 2016 o cantor já havia lançado o seu álbum de estreia, “Excuse Me”, que o afirma como um talentoso escritor e compositor. Sendo os prémios EBBA atribuídos a artistas, nacionais de um dos países participantes no programa da UE “Europa Criativa”, que atingem um nível de sucesso internacional à escala europeia no período entre 1 de agosto 2016 e 31 de julho de 2017, o percurso de Salvador Sobral destacou-se de forma clara para a organização que atribui estes prémios.

 

Os prémios EBBA celebram os novos artistas e os que se estabelecem além fronteiras, os que criam a música de hoje e do amanhã. De Dua Lipa (UK) a Alan Walker (Noruega), os vencedores dos EBBA representam alguns dos talentos que mais se destacaram recentemente na cena da música europeia. A lista de vencedores inclui nomes como: Adele, Christine & the Queens, Stromae, Gabriel Rios, Hozier, Of Monsters and Men, Mumford & Sons, Aurora, Disclosure, John Newman, C2C, Tokio Hotel, The Script, Years and Years, Robin Schulz, Carnival Youth, MØ e Selah Sue.

Portugal já esteve representado na lista de vencedores dos prémios EBBA em 2010 com Buraka Som Sistema e em 2013 com Amor Electro, ambos distinguidos com o mesmo prémio que Salvador Sobral.

 

É cada vez mais claro que a Música Move a Europa (Music Moves Europe). Os EBBA são uma das formas de celebração da música contemporânea e popular europeia, que conecta artistas à indústria e aos fãs.

The Killers no Palco Mundo do Rock in Rio-Lisboa

O Rock in Rio-Lisboa acaba de anunciar o segundo headliner para a próxima edição do festival, que se realiza em junho de 2018, no Parque da Bela Vista…
The Killers sobem ao Palco Mundo para encerrar o terceiro dia do evento, a 29 de junho, e prometem um espetáculo arrepiante que celebra o seu mais recente trabalho,  “Wonderful Wonderful”, lançado em setembro de 2017, que em apenas uma semana chegou a #1 do Billboard Top 200 – assim como grandes hits que marcaram estes 14 anos de carreira (como “Mr. Brightside”, “Somebody Told Me”, “When You Were Young” ou “Human”).

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Cinco anos depois, The Killers voltam a Portugal para um concerto que terá lugar na Cidade do Rock, em Lisboa, sendo esta a primeira vez que o quarteto de Las Vegas atua no Rock in Rio. A partir de hoje, os fãs da banda já podem reservar o seu lugar neste espetáculo e comprar passes para o segundo fim-de-semana do festival (29 e 30 de junho). Estes weekend passes, que têm um preço de 117€, podem nesta primeira fase ser adquiridos por um valor especial de antecipação de 99€, aplicável apenas durante o período do early bird. Os passes estarão disponíveis nas lojas FNAC e em bilheteira.fnac.pt (Portugal), Blueticket.pt, Festicket e Ticketmaster (internacional). O voucher entregue no ato da compra deverá ser, posteriormente e em data a anunciar, trocado por um bilhete válido para os dois dias.

 

A 8.ª edição do Rock in Rio-Lisboa tem data marcada para 23, 24, 29 e 30 de junho 2018 e promete transformar a Bela Vista num gigante parque temático da música, com inúmeras experiências e uma programação surpreendente, que combina o melhor do entretenimento. Para esta edição, a organização também já anunciou Bruno Mars como headliner do dia 24 de junho e os fãs já podem adquirir bilhetes diários para este dia a 69€ ou passes para o primeiro fim-de-semana (23 e 24 de junho) a 117€.