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Glam Magazine

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Quim Albergaria, Riot e Ivo Costa levam o baile novo ao MUSICBOX Lisboa

Depois da estreia no Jameson Urban Routes, Bateu Matou mudam-se de vez para o Musicbox e iniciam dia 30 de Novembro uma residência mensal. Mais que uma ideia, é uma vontade - uma vontade de transformar o pulso do Global Bass e a forma como Lisboa se mexe numa banda de baile novo. É tão simples como isso, a força percussiva que se cria quando RIOT (Buraka Som Sistema), Ivo Costa (BATIDA, Sara Tavares) e Quim Albergaria (PAUS) se juntam tem um e apenas um objectivo - fazer dançar.

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Simples foi também a decisão de transformar esta missiva em noite regular onde todos os meses os tambores de Bateu Matou marcam presença no Cais do Sodré para fazer as paredes do Musicbox suar. Das 00:30 às 06:00 o baile faz-se com sets de percurssão ao vivo intercalados com dj sets convidados. Seis horas de Tambores, Bass e Suor.

 

Dia 30 de Novembro a dupla de tempestades tropicais formada por KKiNG KONG e Progressivu. os De Surra vão ser os aliados da primeira noite Bateu Matou.

 

Fotografia: Ana Viotti

 

Som de GMR despede-se esta sexta-feira com concerto dos Smartini…

Esta sexta-feira, 1 de dezembro, o Café Concerto do Centro Cultural Vila Flor (CCVF) recebe o último espetáculo no âmbito do ciclo de concertos “SOM de GMR”. Os anfitriões desta última sessão serão os Smartini, banda veterana oriunda de Caldas das Taipas que, após uma longa paragem, regressa com um novo trabalho e vitalidade reforçada. Fecha-se, assim, a janela de observação sobre o espetro de criação musical único que se vive em Guimarães e na região e que originou o ciclo “SOM de GMR”, completando-se a sua documentação com um total de 10 projetos.

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Dezembro encerra o ano e também o ciclo “SOM de GMR”. A pôr termo a esta iniciativa, os Smartini tomam conta do palco do Café Concerto do CCVF para apresentar “Liquid Peace”, trabalho que sucede a “Sugar Train” (2007) e que marca o regresso da banda, após uma paragem de 9 anos, com a mesma qualidade e energia com que habituaram os fãs em tempos mais longínquos. “Liquid Peace” é uma pequena mas poderosa bomba que explode agora com uma nova maturidade. Ainda que com uma nova roupagem, a banda revisitará também alguns temas de “Sugar Train”, álbum que projetou os Smartini no circuito underground nacional e que os marcou como um dos projetos mais extasiantes do rock português.

 

Este quarteto, junto desde 1992 (ainda que se apresentassem com outro nome), começou a tocar sob a influência do grunge de Seattle, género que se tornou símbolo de uma geração que berrava um descontentamento com a sociedade do momento. Os Smartini cresceram e buscaram outras inspirações com sonoridades mais harmónicas e em 2016 regressaram, confirmando toda a sua vitalidade, com o EP “Liquid Peace”.

 

O “SOM de GMR” trouxe a palco inúmeros projetos: Captain Boy, Gobi Bear, Toulouse, Lince, El Rupe, Paraguaii, Hot Air Balloon, This Penguin Can Fly, Ana e, agora, os Smartini. Consuma-se, assim, um ano de música ao som da energia criativa de Guimarães.

Os Moonshiners fazem-se à estrada…

Os blues-rockers Moonshiners preparam-se para voltar a carga, desta feita com mais 4 concertos. A aquecer o tempo em altura das temperaturas esmorecerem, os Moonshiners preparam a carroçaria blues para voltar à estrada já a partir desta semana. Ainda em jeito de levantar o véu sobre o novo álbum, com edição prevista para o início de 2018, o trio de Aveiro larga a sua cidade para actuar no Porto, em Barcelos e em Torres Vedras.

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O concerto no Porto é de entrada livre e acontece já na próxima quarta-feira, dia 29 de Novembro. A 30 de Novembro, sobem até Barcelos para actuar no CCOB. Já nos dias 7 e 8 de Dezembro, actuam em Torres Vedras, no Bang Venue, e no Texas Bar de Leiria respectivamente.

Os Moonshiners são um trio de blues de Aveiro, com dois EPs editados, a música "Man On Wire" parte da banda sonora do filme "Uma Vida Sublime" e concertos dados de Norte a Sul de Portugal e em países como Holanda, Hungria, ou Espanha. De recordar, ainda, que os Moonshiners soltaram recentemente para a web o vídeo para o single “Hello Again”, que antecipa o próximo disco

15 Anos Droid ID com The Dirty Coal Train e Ghost Hunt

No dia 1 de Dezembro no Sabotage Club, continuam as comemorações dos 15 anos deste colectivo de artistas audiovisuais, a criar em conjunto desde o inicio do milénio. Durante as gravações do programa "NO AR" na RTP 2, duas bandas em particular ficaram no coração dos Droids, pelo imaginário partilhado e pela incrível simpatia dos seus elementos. Assim, para este dia, teremos concertos dos fabulosos The Dirty Coal Train e Ghost Hunt, com muita imagem Sci-Fi a temperar, ao som dos DJ's Tiago Castro, Gonçalo Freitas e Nuno Rabino.

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Em 2002, entusiastas de cinema, banda desenhada, tv e dvd alugado no clube de vídeo... criaram um Droid!

O Droid, é hoje, um teenager biónico com 15 anos, sempre curioso com o mundo e com os seres que o habitam. Com um inicio bastante musical e prolífero, criando vídeoclips (ou telediscos) e fazendo VJamming entre clubs e festivais, passaram pelas lentes do Droid, artistas tão diversos como Rodrigo Leão, Dead Combo, Madredeus, Pop Dell'Arte, Linda Martini, X-Wife, Chullage, JP Simões, Valete, The Poppers, Slow J, Toranja, DJ Ride, Blasted Mechanism, Bizarra Locomotiva, Terrakota, entre muitos outros.

A música nunca saiu dos seus ouvidos, nem do seu sintético coração e, ao longo de mais de uma década, foi expandindo a sua memória, com a produção cinematográfica e televisiva de documentários, ficção, animação, divulgação artística e institucional entre experiências futuristas e activísmo cultural.

Hoje pensa nas imagens que as suas lentes irão captar no futuro!

 

The Dirty Coal Train são um power trio de instrumentos amaldiçoados que debitam decibéis suados de inspiração no DIY do punk e no cinema de série B onde coabitam com monstros, vampiros, múmias, ovnis e demais parafernália.

Depois de quatro LPs (tendo editado este ano "Kirby Demos” com demos antigas gravadas pelo casal), uma compilação e cinco singles promovidos com datas pela Europa e Brasil, a banda continua a sua tour de promoção centrada no disco "Super Scum” lançado pela Groovie Records com os espectáculos ao vivo suados e enérgicos que se tornaram imagem de marca e prepara o lançamento do álbum novo "Portuguese Freakshow" para breve.

Garage Punk com Surf & rock & roll nu, cru e directo como o género exige!

Os The Dirty Coal Train vão voltar a encher o vosso gira-discos e as salas de concertos com suor!

 

Os Ghost Hunt cresceram na mesma cidade, Coimbra, andaram na mesma escola e foram, praticamente, da mesma turma. Mas nunca pertenceram à mesma “tribo”: Pedro Chau, dos The Parkinsons, sempre esteve mais ligado ao punk; e Pedro Oliveira, ex-membro do Monomoy, andou sempre mais perto do universo indie. Hoje, já mais velhos, formam a dupla eletrónica Ghost Hunt. A idade é mesmo assim: desperta-nos os ouvidos e a mente para outras influências que, afinal, sempre estiveram ali ao nosso alcance, mas que nem sabíamos que as tínhamos.

Foi um EP – composto por três temas em jeito de demos – que os ajudou a andar em digressão pelo País, mas só agora chega o primeiro álbum mais a sério da dupla: são seis faixas num disco homónimo que põe sangue quente e batimentos cardíacos no trabalho das maquinas. Os Ghost Hunt não andam à caça de fantasmas nem quererem assustar ninguém, mas a música de Pedro Oliveira e Pedro Chau podia ser a banda sonora de uma rave numa casa assombrada.

 

Seckou Keita ao vivo em Lisboa…

Conta-se que o primeiro corá foi oferecido pelos jinis, espíritos da savana, ao griot Jali Madi. Quando ele morreu, os seus companheiros, homenageando-o, retiraram uma corda às 22 do instrumento. A maioria dos corás tem 21 cordas. Mas no Sul do Senegal, onde a "harpa africana" foi entregue pelos espíritos, usam-se 22 cordas. Foi com um instrumento destes que Seckou Keita gravou “22 Strings”, o álbum que está na base do concerto do próximo dia 30 de Novembro na Culturgest.

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Keita quis gravar um CD a solo que mergulhasse nas raízes da música do seu povo, usando o instrumento original. Muitos músicos da África Ocidental têm utilizado o corá em incursões por músicas muito diversas, do rap ao jazz, do pop à fusão, acústicas ou elétricas. Depois de ter gravado, com imenso êxito, um álbum com a harpista galesa Catrin Finch (apresentado em concerto na Fundação Gulbenkian), neste CD preocupa-se em responder a duas perguntas: quem sou eu? Quem somos nós? Existe, hoje em dia, uma forte tendência para erradicar a diferença. Seckou Keita, reage a esse movimento, realça a diferença que há em si e no seu povo respondendo às duas perguntas primitivas.

 

Pelo lado do pai, Keita descende do rei fundador do Império Mali. Pelo da mãe, de uma antiquíssima linhagem de muito reputados griots. Educado por ela e pela família dela, desde muito pequeno que foi treinado, em treino duro, para ser griot e dominar a técnica, os segredos, as músicas centenárias do corá e do povo mandinga. Hoje faz parte da elite dos tocadores deste instrumento, a par de músicos como Toumani Diabaté.

 

“22 Strings” é um álbum mágico, de grande contenção e espiritualidade, unanimemente aclamado pela crítica. O concerto desta noite decerto será ainda melhor do que o disco. Porque é no contacto com as pessoas, no instante de tocar para os outros, que os grandes músicos revelam toda a sua arte.

 

 

"Imaterial"… o regresso de Vatsun em Dezembro

O novo disco de Vatsun chama-se "Imaterial" e tem edição em formato digital agendado para 11 de Dezembro de 2017. São 10 faixas com a duração total de 35 minutos. Para já estão disponivels em streaming 4 faixas no Bandcamp ou no Youtube, "Pressa", "S. Paulo", "Pedra na Mão" e "Panaceia",  faixas essas estreadas ao vivo no Popular de Alvalade no passado mês de Abril.

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As estética musical que consta nas canções do álbum pode ser descrita principalmente como uma mistura de synthpop, pós-punk, e new wave. O novo disco também conta com as influências literárias e cinematográficas de nomes como Joseph Conrad, Herberto Helder, Alberto Pimenta ou Ingmar Bergman.

A fotografia de capa é da autoria do fotógrafo Jorge Serra.

INSHADOW… Lisbon Screendance Festival

A programação do Festival InShadow revela o melhor na área da criação artística transdisciplinar, nas áreas do vídeo-dança, performance e instalação no Teatro do Bairro de 28 de Novembro a 2 de Dezembro.

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Este ano, as sessões de Competição Internacional de Vídeo-Dança, de 28 de Novembro a 1 de Dezembro, apresentam 40 filmes de 21 países que revelam múltiplas histórias, num desejo comum de chegar à essência da união entre o ecrã e o corpo em movimento.

 

Na noite de 2 de dezembro a coreógrafa Rocio Berenguer apresenta a performance HOMEOSTASIS #V2, uma criação inovadora que propõe um diálogo surrealista entre corpo, tecnologia e inteligência artificial. No final da noite, como vem sendo habitual, faz-se a cerimónia de entrega de prémios e a festa de encerramento com Dj set.

Inshadow assume a vanguarda do vídeo-dança em Lisboa.

 

28 Novembro a 1 Dezembro 2017

Sessões de Competição Internacional de Vídeo-Dança

Quarta a sexta | 21h30 / Entrada livre

 

2 Dezembro

HOMEOSTASIS #V2 / Rocio Berenguer | 21h30

Cerimónia de entrega de prémios | 22h30 / Entrada livre

Festa de encerramento Inshadow | 00h00 / Entrada livre

 

Direção artística: Ana Rita Barata e Pedro Sena Nunes

Direção de produção e comunicação: Rita Piteira

Produção: Gabriel Lapas e Joana Gomes

Pós-Produção e Vídeo: João Dias

Design de comunicação: Petar Toskovic

Estagiária de Produção: Beatriz Reis

Estagiária de Cinema: Catarina Silveira.

 

Teresa Salgueiro recebe prémio José Afonso em concerto no dia 30 de Novembro

Teresa Salgueiro actuará no próximo dia 30 de Novembro no Recreios da Amadora, num concerto onde irá receber o Prémio José Afonso 2017, atribuído pela Câmara Municipal da Amadora, cidade onde cresceu.

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O júri constituído pelo pelo Vereador da Cultura da Câmara Municipal da Amadora (CMA), António Moreira, pela pianista Olga Prats, pelo compositor Sérgio Azevedo, e por Vanda Santos, Chefe da Divisão de Intervenção Cultural da CMA, considerou que o álbum “O Horizonte”, de Teresa Salgueiro, representa – numa carreira que já não exige confirmação, mas apenas reconhecimento – mais um momento alto da voz e da presença desta artista que, na sua busca por novos horizontes musicais, tem sabido manter uma identidade inconfundivelmente portuguesa, porque ancorada em elementos estilísticos e emocionais que todos reconhecemos como nossos.

 

Para a artista, este prémio constitui uma alegria e mais um estímulo a prosseguir o seu caminho de entrega à música, ao seu ofício, na procura constante de fazer sempre mais e melhor. A voz que há três décadas canta Portugal e encanta o mundo irá apresentar O Horizonte e a Memória, depois de no dia 18 deste mês ter estado na Aula Magna, num concerto memorável. 

Este concerto desenvolverá-se num cenário envolvente e íntimo onde Teresa Salgueiro nos apresentará um breviário de canções representativas da melhor tradição musical portuguesa.

 

Tendo como fio condutor o seu próprio repertório desde "O Mistério" ao recém editado "O Horizonte", a autora interpreta também os mais conhecidos temas dos Madredeus, prestando ainda homenagem a Amália Rodrigues, José Afonso, Carlos Paredes, entre outros.

Seal grava “Santa Claus is Coming to Town” em dueto com Frank Sinatra

Seal acaba de anunciar um dueto com um dos artistas mais icónicos da história, Frank Sinatra. O clássico de Natal “Santa Claus is Coming to Town” será assim interpretado por Seal e Frank Sinatra, em perfeita harmonia, criando assim um single único e especial para este período de festividades. Esta colaboração de sonho, proporcionada pelo Frank Sinatra Estate (entidade responsável pelo património do cantor), será lançada a 8 de dezembro, nas vésperas do aniversário de Frank Sinatra, a 12 de dezembro. O lançamento do single será acompanhado de um vídeo criado especialmente para esta época, que coloca os dois artistas lado a lado.

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 “Tocar com os músicos de Frank no disco ‘Standards’ já foi qualquer coisa, mas poder cantar com ele é algo que me tira as palavras”, disse Seal.

Composta originalmente por John Federick Coots e Haven Gillespie, a canção foi interpretada pela primeira vez em 1934 e ao longo dos anos já foi cantada por mais de 200 artistas, vendeu milhões de cópias e tornou-se o standard de Natal por excelência, conhecido em todo o mundo. O single continua a recente ligação de Seal com Sinatra, sucedendo-se ao álbum “Standards”, que contou com a participação do pianista lendário Randy Waldman. O álbum inclui outros músicos lendários, como Chuck Berghofer (contrabaixista que tocou com Ella Fitzerald e Ray Charles) e Greg Fields (baterista de Quincy Jones e Stevie Wonder).

 

As canções foram gravadas nos célebres estúdios da Capitol Records, onde também gravaram Frank Sinatra, Dean Martin, Nat “King” Cole, entre outros, e nos United Studios, que foram fundados por Bing Crosby e Frank Sinatra.

 

Blasph apresenta “Stracciatella & Braggadocio”

Após o aclamado álbum de estreia "Frankie Dilúvio Vol1", lançado em 2013, Blasph regressa aos discos em nome próprio com o EP "Stracciatella e Braggadocio".

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Ao longo de oito faixas, o rapper da Margem Sul vai-nos mostrando como misturar o "flavor" das suas rimas com o "Braggadocio" que o caracteriza e que faz de Blasph um dos melhores MC's da actualidade em Portugal.

As produções ficam a cargo de Stereossauro, Slow J, Lhast, dB, John Miller e Syniko, e tornam a sonoridade deste EP distinta mas coesa.

Quem acompanha o trabalho de Blasph sabe que também ele é assim.

Rumble In The Jungle esgota 6 concertos antes do arranque....

Restam bilhetes apenas para 4 dos 10 concertos de Rumble In The Jungle, para as datas em Lisboa, a 21 de Dezembro, Alpedrinha, 8 de Dezembro, Évora, 9 de Dezembro, e Torres Vedras, 10 de Dezembro. Linda Martini e The Legendary Tigerman confrontam-se no maior combate do rock português, com concertos esgotados em Cascais, Braga, Viseu, Leiria e Porto, sendo o primeiro já esta quarta-feira, dia 29 de Novembro.

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Com novos discos a editar em 2018, The Legendary Tigerman e Linda Martini percorrem o país de norte a sul com a oportunidade de ouvir alguns temas inéditos no alinhamento destes concertos. Rumble In The Jungle traz para o rock o espírito imortalizado na história do Boxe, com o combate entre Muhammad Ali e George Foreman, no Zaire, que após 8 rounds finalmente consagrou Muhammed Ali enquanto vencedor.

 

Dia 21 de Dezembro, no Coliseu dos Recreios, e num palco 360º, os dois pesos pesados do rock nacional juntam-se para o último concerto-combate, numa noite que promete marcar o panorama musical de 2017. 

The Code apresentam o single/video "Fly Higher

Depois do sucesso do EP digital “Estrada” editado em Março pela Farol Música, a banda açoriana The Code apresenta novo tema e vídeo, “Fly Higher”.

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“Fly Higher” mostra que o rock e a música contemporânea podem funcionar lado a lado.

“Esperança, perseverança e motivação” é a grande mensagem que os The Code têm para oferecer!

The Code vão continuar a dar que falar!

 

"Viviane canta Piaf" à venda no dia 1 de Dezembro

Doze anos após ter iniciado a sua carreira a solo com cinco álbuns editados, Viviane lança agora através da sua própria editora Zipmix Records, um novo CD intitulado "Viviane canta Piaf". Este novo disco surge em primeiro lugar na sequência de um concerto inteiramente dedicado à cantora francesa Edith Piaf, que Viviane realizou em 2016 enquanto "Artista Figuras" no Teatro Municipal de Faro e que alcançou grande sucesso. Por outro lado, este ano completam-se 70 anos sobre a 1ª edição da canção "La vie en rose" um dos temas mais conhecidos e admirados em todo o mundo, que neste disco merece uma versão com uma interpretação muito pessoal da cantora.

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Para comemorar esta data Viviane, também ela nascida em França, resolveu homenagear a cantora que é há muito para ela uma inspiração e gravar 10 dos seus maiores êxitos que agora apresenta neste seu novo CD. Integram o álbum temas incontornáveis como L´accordeoniste, Padam padam, La foule, L´homme à la moto ou ainda Non rien de rien.

 

Este novo álbum conta com a colaboração dos músicos Filipe Valentim no piano, João Gentil no acordeão, Tó Viegas na guitarra acústica e portuguesa, João Vitorino na guitarra elétrica e Bruno Vítor no contrabaixo.

Neste trabalho, Viviane mostra-nos uma nova faceta do seu talento, surpreende-nos com a versatilidade da sua voz, e deixa-nos rendidos pela forma apaixonada como interpreta todo este repertório.

Sargento apresenta-se com o single "Only The Stars Know"

Segredos, quem não os tem?

Sejam bons ou maus, maiores ou menores, são inevitáveis e inerentes à condição humana. E este que agora revelamos é dos bons, um autêntico doce musical que nos conquista a cada dentada.

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Falamos de “Only The Stars Know”, single de estreia de um projeto que promete arrebatar o coração dos portugueses: Sargento é um músico de origem misteriosa cujos temas remetem para um revivalismo do glamour e do cavalheirismo. A Music For All apresenta assim o primeiro trago de um álbum que poderá ser degustado no início de 2018

 

Mallu Magalhães e Future Islands no Palco Sagres do NOS Alive’ 18

Mallu Magalhães e Future Islands são as 2 primeiras confirmações para o palco Sagres da edição de 2018 do NOS Alive. Mallu Magalhães, reconhecida como uma das principais vozes do panorama musical brasileiro, apresenta-se ao vivo no dia 14 de julho, último dia do festival. A banda de Baltimore apresenta as suas canções ao vivo no dia anterior, 13 de Julho de 2018.

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Mallu Magalhães é um caso de fenómeno. Por cá é uma das artistas mais queridas pelo público português, esgotando todas as salas por onde passa (a apresentação do seu novo disco “Vem” no Teatro Tivoli BBVA, em Lisboa, esgotou com um mês de antecedência). A relação com Portugal tem crescido a grande velocidade, desde as apresentações esgotadas em 2014, no Centro Cultural de Belém e na Casa da Música.

 

A artista conta com uma larga base de seguidores, que se pode confirmar nas suas redes sociais com perto de um milhão de fãs no Facebook, bem como os milhões de visualizações que tem no YouTube, nas músicas de sua autoria, como é o caso do último single “Você Não Presta”, que já conta com cinco milhões de visualizações em apenas seis meses. Para o NOS Alive, Mallu Magalhães sobe ao palco acompanhada por uma banda integralmente portuguesa e além dos clássicos intemporais como “Velha e Louca” e “Sambinha Bom”, irá presentear o público com o seu mais recente trabalho editado em junho, “Vem”.

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Future Islands, o trio de Baltimore, é um dos maiores nomes do panorama alternativo norte-americano. A banda de Samuel T. Herring regressa assim a Portugal depois de este ano ter marcado presença no Vodafone Paredes de Coura e junta-se ao cartaz com os já anunciados Queens Of The Stone Age e The National.

 

A banda traz ao Passeio Marítimo de Algés “The Far Field”, o quinto álbum de originais, sucessor dos fabulosos “On The Water” (2011) e “Singles” (2014). “The Far Field” foi produzido pelo produtor vencedor de um Grammy, John Congleton, nos estúdios Sunset Sound em Los Angeles, responsável por discos de bandas como Beach House, Yeah Yeah Yeahs e Grizzly Bear.

 

Fotografias: Paulo Homem de Melo

Linda Martini… “Gravidade” é o primeiro avanço do novo álbum

Gravidade” é o primeiro avanço do novo álbum de Linda Martini, com edição agendada para Fevereiro de 2018.

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Gravado nos estúdios Cal Pau Recordings em Sant Pere Molanta (Olerdola, Barcelona) e nos Ultramarinos Costa Brava em Sant Feliu de Guíxols (Girona), a produção esteve repartida entre Santi Garcia e os Linda Martini. A masterização esteve a cargo de Victor Garcia, nos estúdios Ultramarinos Mastering.

É a maçã de Newton em queda livre, à espera que a flecha de Guilherme Tell se cruze no seu caminho, ou a bandeira impostora do Apollo 11 hasteada na garagem de Kubrick. Só nos contam metade, nem nos contam metade.