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Glam Magazine

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NYE The Hospital 2018

A passagem de ano celebra-se num local onde a música cura: o antigo Hospital de Arroios. 

Abandonado há 25 anos, mas com mais de 300 de história, este antigo convento guarda em si muitas memórias. É agora forrado com a melhor banda sonora contemporânea de festa, tornando-se o abrigo perfeito para dançar o Ano Novo na Lisboa autêntica.

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Numa noite em que a farra também é terapia, NYE THE HOSPITAL abre-se em três alas especializadas: a do possante hip-hop, a da pulsante batida electrónica, e a da pura imprevisibilidade.

A cidade nunca mudou tão rápido, mas ainda há lugares que resistem e onde vale a pena celebrar sem cerimónias.

A L I C E #11… Um réveillon adiantado

A caminho de mais um especial encontro da A L I C E; desta vez o motivo de celebração é a despedida de 2017, ocasião aproveitada por muitos para o recomeço ou a reinvenção. A L I C E já prometeu que não é um novo ciclo que a vai obrigar à mudança: o ritual é para continuar, a presença de amigos será uma constante, a visita dos ídolos ininterrupta.

Deste ano resta só a despedida aos eventos que mais nos marcaram nos últimos meses, e o adeus diz-se dia 16 de Dezembro no Ministerium Club. Preparem-se então para um réveillon adiantado

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Mais um nome que Inglaterra nos traz, criado e educado nas sonoridades de Goldie e companhia. Uma adolescência completa como coleccionador e DJ de rádios piratas educaram-no para as suas primeiras produções e o sucesso precoce no meio que daí adveio acabou por leva-lo a algumas mecas da música electrónica espalhadas pelo mundo. Foi nos anos de ouro de Ibiza que A L I C E se cruzou com ele, em pleno deslumbramento com a descoberta do Techno e as batidas 4/4, sonoridades que iriam conduzi-lo para uma nova realidade.

Depois de tal clarividência, decide rebaptizar-se: de "Unknown" passa a Dax J, um nome para música que viria marcar diferença. Em 2015 edita o seu primeiro álbum e o desconhecido passa a ser nome presente nas playlists de diversas gerações de DJs. Enquanto isso, A L I C E vai observando a ascensão: a inocência de quem ouve algo arrebatador pela primeira vez transforma-se na experiência, adquirida pelas edições na EarToGround ou na Soma Records, entre performances no Gashoulder ou no Berghain. E tudo começou com um momento de fascínio.  O que poderá vir da sua visita em Dezembro? Talvez o milagre se repita e se eduque na pista do Ministerium mais um audaz da música electrónica.

Ou talvez não. Com o acontecimento que está aí para vir, talvez não seja isso que mais importa.

“Para que o céu não caia” de Lia Rodrigues

O mito do fim do mundo, relatado pelo xamã Yanomami Davi Kopenawa, diz que, rompida a harmonia da vida no universo, o céu – que no idioma Yanomami é entendido por "aquilo que está acima de nós" – desaba sobre todos os que estão abaixo e não apenas sobre os povos das florestas. Diante de tantas catástrofes e barbáries que todos os dias nos assombram e emudecem, neste contexto de drásticas mudanças climáticas que escurecem o futuro, o que nos resta fazer? Como imaginar formas de continuar e agir? O que cada um de nós pode fazer para, a seu modo, segurar o céu?

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Não há tempo a perder antes que tudo desabe. O céu já está caindo e aqui estamos nós a viver sob ele. Vamos juntar nossas forças mais íntimas para manter este céu. Cada um à sua maneira. Na Maré nós dançamos no ritmo de máquinas e carros, helicópteros, sirenes, nós dançamos sob um calor escaldante, nós dançamos com chuva e tempestade, nós dançamos como uma oferenda e como um tributo, para não desaparecer, para durar e para apodrecer, para mover o ar e para se expandir, para sonhar e para visitar lugares sombrios, para virar vagalume, para sermos fracos e para resistir. Nós dançamos para encontrar um jeito de sobreviver neste mundo virado de cabeça para baixo. Dançar para segurar o céu. É o que podemos fazer. Para que o céu não caia… dançamos.  Lia Rodrigues

 

Culturgest (Lisboa)

13 a 15 de Dezembro 2017 | 21.30h

Tsunamiz e Clockwork Boys revisitam António Aleixo

Será porventura o tema anti-natalício que ninguém esperava e ao qual ninguém ficará indiferente. O tema “A Puta da Vaidade” é o primeiro tema e vídeo a ser retirado de um single partilhado entre Tsunamiz, músico e produtor da margem sul do Tejo, e Marion Cobretti, vocalista dos míticos Clockwork Boys.

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Esta interpretação musical de um poema de António Aleixo mostra os músicos num registo diferente do habitual. Segundo Tsunamiz: “Quando o Marion me contactou para fazermos um tema, demorei cinco minutos a criar a linha de piano. Quando ele sugeriu o poema do Aleixo fiquei surpreendido com a forma como encaixou perfeitamente naquilo que tinha composto. Na mesma semana gravámos as vozes e guitarra, e numa tarde produzi o tema. Aconteceu tudo muito rápido e não podíamos estar mais satisfeitos com o resultado.”

O single conjunto irá contar com mais um tema e está previsto que seja lançado em vinil numa edição limitada através da editora Cobra Kai Records.

Elizabeth Costello… A partir do romance de J.M. Coetzee

Elizabeth Costello, uma escritora no final da vida, espera em frente ao "grande portão". Para entrar, tem de fazer uma declaração sobre as suas crenças, frente a um tribunal. Mas o seu argumento de que uma escritora – uma "secretária do invisível", nas palavras de Czesław Miłosz – não deve ter crenças não é bem acolhido pelos juízes. Na expectativa de uma segunda audiência, Elizabeth discute com outras personagens aquilo a que prefere chamar as suas convicções, relativamente a temas como o amor, o mal, a arte e a razão. No entanto, quando chamada a depor, evita estes tópicos solenes, reduzindo a sua alegação à história das pequenas rãs que surgem, na estação das chuvas, no leito do rio da sua infância.

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"O Realismo nunca se deu muito bem com as ideias. E não podia ser de outro modo: o realismo assenta na convicção de que as ideias não possuem uma existência autónoma, apenas existem nas coisas. Portanto, quando se trata de debater ideias, como aqui, o realismo tende a inventar situações (…) onde as figuras dão voz a ideias polémicas e, em certa medida, as corporizam", avisa J.M. Coetzee.

 

A adaptação e encenação de textos não especificamente escritos para teatro tem sido um processo recorrente de Cristina Carvalhal, tendo criado espetáculos como Cândido de Voltaire, Erva Vermelha de Boris Vian e Cosmos de Witold Gombrowicz. Na Culturgest (2009) encenou A Orelha de Deus de Jenny Schwartz

 

Culturgest (Lisboa)

13 a 16 de Dezembro 2017 | 19.00h

 

Photo: Cristina Carvalhal

“A pele que tenho em mim”

Com o objetivo de sensibilizar para a psoríase, a Novartis, em colaboração com a PSOPortugal, leva aos palcos de todo o país a peça “A Pele que Tenho em Mim”. Desenvolvida e produzida pela ACE Teatro do Bolhão, esta é uma peça feita de histórias reais, que levam o espectador a vestir a pele de um psoriático que enfrenta os desafios de aprender a conviver com a doença.

Cartaz A pele que tenho em mim Porto 15.12

Ao longo de 7 meses, a peça “A Pele que Tenho em Mim” sobe a 14 palcos, numa digressão que passa por cidades de norte a sul de Portugal. A digressão nacional chega agora ao Porto, subindo ao palco do Palácio do Bolhão, a 15 de dezembro, às 21h30. A sessão é de entrada livre, mediante inscrição prévia através do site Uma Pele para a Vida (www.umapeleparaavida.pt), onde pode ser também consultado o calendário completo.

 

Para Cristina Campos, Diretora-Geral da Novartis Portugal, esta iniciativa “é o resultado da responsabilidade social que a Novartis assume numa perspetiva de sensibilização e informação sobre algumas doenças ainda pouco conhecidas. Existe um enorme desconhecimento sobre a psoríase em Portugal nas comunidades onde as pessoas com Psoríase vivem e trabalham. As próprias pessoas com Psoríase têm muitas vezes informação insuficiente sobre a doença. Com A Pele que Tenho em Mim e esta colaboração com a PSOPortugal procuramos sensibilizar para a psoríase, desmistificando a doença, através de uma iniciativa que vai além dos principais centros urbanos”.

 

Jaime Melancia, Presidente da PSOPortugal, refere os fatores que levaram a associação a abraçar o projeto: “Esta peça expõe de uma forma humana o grande impacto que a psoríase tem na qualidade de vida dos doentes, nos vários aspetos do seu quotidiano. O que nos parece muito importante é o facto de, com histórias inspiradas em vidas reais, mostrar que é possível controlar a psoríase, superar a doença. E o papel que a compreensão da sociedade tem nessa superação. Ir onde estão os doentes, as pessoas que com eles convivem diariamente, é, a nosso ver, um aspeto fundamental que nos levou a colaborar nesta iniciativa”.

 

A produção da peça está a cargo da ACE Teatro do Bolhão, companhia de teatro formada em 2002 e com uma relação sinergética de mais de 25 anos com a ACE Escola de Artes na formação de novos talentos da representação nacional. A direção de produção da peça A Pele que Tenho em Mim está a cargo de Glória Cheio, com texto/encenação de Pedro Fiúza. Sobem ao palco Bernardo Gavina, João Tarrafa, Clara Gondim, Joana Mont’alverne e Pedro Couto.

 

“O palco é sempre um lugar privilegiado para as emoções. O desafio que nos foi feito foi o de aproveitar esse lugar para dar cara e corpo às vontades, inseguranças e vivências de quem vive todos os dias por esta doença. Estamos muito satisfeitos com esta parceria – com o facto de nos ter permitido criar histórias muito diferentes entre si, mas que se ligam na superação e na esperança. São historias carregadas de humanidade com as quais esperamos contribuir para que se veja a psoríase de uma forma diferente”, afirma António Capelo, Diretor Artístico da ACE Teatro do Bolhão.

 

Dark Tranquillity em 2018 no Festival Laurus Nobilis Music Famalicão

O Festival Laurus Nobilis Music Famalicão acaba de anunciar que a banda Sueca Dark Tranquillity também fará parte do cartaz da edição de 2018 juntando-se assim aos Gregos SepticFlesh, aos Espanhóis Crisix e às restantes bandas portuguesas já apresentadas, Tarantula, Hill Have Eyes, Mata Ratos, WEB, Revolution Within.

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A edição de 2018 que será completamente direccionada a uma sonoridade pesada, Heavy Metal/Rock Alternativo, além dos dois palcos que serão distribuídas as bandas, terá também um terceiro palco (Faz a tua cena) este completamente dedicado a projectos emergentes quer de música, como também de outro género de arte como por exemplo recitais de poesia ou pequenas e simples performances teatrais, a aposta no campismo continuará a ser forte, pois o recinto tem condições privilegiadas para que os festivaleiros passem 3 dias em perfeita harmonia entre a música e a natureza, uma praça de restauração devidamente equipada e preparada para fornecer quem permaneça os três dias no festival, como também haverá variadas actividades de entretenimento, a cargo de associações locais, como uma área dedicada ao Black Market.

 

A organização do festival está a fazer uma campanha de natal na venda do passe geral ficando o bilhete de acesso aos três dias do festival por apenas 22€, disponibiliza também um pacote onde terá um passe geral e a t`shirt oficial do festival por 30€. É de salientar que o passe diário será vendido a 20€ e o passe geral 30€ na altura do festival.

 

Todas a Quintas-Feiras o festival continuará a apresentar um nome novo para acrescentar ao cartaz de 2018, faltando ainda apresentar cerca de 12 bandas para o cartaz ficar completo.

 

Richie Campbell apresenta nova Mixtape… “Lisboa”

Lá atrás em 2016 “Do You No Wrong”, a música portuguesa mais tocada nas rádios e single de platina, marcou o início de um novo ciclo na carreira do artista português. Seguiram-se “Heaven”, single de ouro, e “Midnight in Lisbon, já em 2017, todos eles com suporte visual na plataforma digital Youtube.

RICHIE CAMPBELL - LISBOA - COVER

Todos os videoclips foram filmados em Lisboa, a cidade que o viu crescer como artista e a quem presta tributo atribuindo-lhe o título deste novo projeto, uma mixtape toda ela composta e gravada em Lisboa com Lhast, um dos produtores portugueses em maior ascensão.

“A multi culturalidade da Lisboa moderna é a grande responsável pela diversidade de sonoridades na minha música, cresci a ir a festas de Reggae e Dancehall, a ouvir mornas na rua, afro-beats em discotecas, ou antes disso ainda, a ouvir R&B e HipHop na escola” Richie Campbell

A mistura do dancehall jamaicano com o R&B estão bem patentes em “Lisboa” e caracterizam o momento actual do artista, que depois de “Focused” e “In the 876” voltas às sonoridades da sua primeira mixtape, “My Path”.

No passado dia 28 de Novembro, o artista disponibilizou mais um tema no seu canal de Youtube, “Water” com a participação de Slow J e Lhast, sendo este mais um dos singles já avançados da mixtape. A mixtape será disponibilizada dia 21 de Dezembro apenas em formato digital, nas plataformas Youtube, Spotify, Apple Music, Itunes, etc

Richie Campbell actua ainda na Altice Arena no dia 2 de Fevereiro e a primeira parte está a cargo do luso-americano Mishlawi.

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