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Glam Magazine

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Raquel Reis lança disco de estreia em projeto audiovisual

O álbum de estreia costuma ser um momento especial na vida de um artista. Além de reunir experiências acumuladas durante toda a vida, é um momento onde busca mostrar sua verdadeira face para o público. A cantora e compositora de Brasilia Raquel Reis fez isso em “Quitinete”, já disponível nas plataformas de música digital. Ampliou a experiência de ouvir o álbum, que é sensivelmente emocional, com com um ousado projeto audiovisual.

Raquel Reis - Quitinete

“Ter um disco, um projeto meu com que as pessoas se conectassem e que fizesse sentido para elas sempre foi um sonho. A música para mim é como uma casa, é onde eu me sinto acolhida e completamente bem comigo”, revela.

Para representar as sensações e nuances do projeto, o disco inteiro será retratado em visualettes que expandem o conceito artístico do álbum para além da capa. Diferentemente de um clipe, o visualette tem a ideia de trabalhar imagens estáticas, como se fossem fotografias ou a arte do projeto. Raquel adotará esse formato para todas as faixas do disco, trazendo uma experiência nova para a audição digital do projeto. A fotografia é de Breno Galtier sobre direção de arte de Felipe Araújo. Yvã Santos fez a assistência de direção.

Peste & Sida ao Vivo… em Dezembro

Após a edição do álbum “Peste & Sida ao vivo no RCA”, a mítica banda do rock nacional apresenta-se ao vivo em 2 novos concertos

Dia 30 de Dezembro levam a sua música ao Cave 45 no Porto e no dia 31 de Dezembro na noite de passagem de ano na Praça do Comércio em Coimbra.

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Os Peste & Sida são: João San Payo (Voz, Baixo), João Alves (Guitarra, Voz), Sandro Oliveira (Bateria, Voz) e o convidado permanente Ricardo Barriga (Guitarra)

Melech Mechaya... A Consagração em Lisboa e no Porto

Após dez anos de concertos – numa viagem que já os levou a todos os recantos de Portugal, a inúmeros palcos em Espanha e a vários outros países na Europa, África e América do Sul (Croácia, Brasil, Cabo Verde, Alemanha, Áustria, Bélgica, França, Suécia e Finlândia) -, os Melech Mechaya regressam agora aos grandes concertos nas duas principais cidades portuguesas: Lisboa (Tivoli BBVA, 27 de Dezembro) e Porto (Casa da Música, 29 de Dezembro).

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ncertos celebratórios de um percurso ímpar que tem provado todos os dias que a música portuguesa – que não só o fado -- pode saltar barreiras musicais, culturais e geográficas, tanto ao vivo como em disco. À semelhança dos seus álbuns anteriores, o recente “Aurora”, que é apresentado nestes espectáculos, embora do seu alinhamento também façam parte muitos dos seus anteriores temas mais emblemáticos – tem sido um estrondoso sucesso junto da crítica especializada de world music em variadíssimos países.

E a consagração de uma banda aventureira que, a partir da sua base programática inicial (klezmer, jazz manouche, flamenco, música balcânica, árabe e magrebina…),  soube sempre experimentar e arriscar muitos outros universos sonoros. (Também) prova disso, os seus convidados nestes concertos (e em “Aurora”): o pianista Filipe Melo e Noiserv, que à semelhança de outros parceiros como Frank London (The Klezmatics), Mísia, Jazzafari, Amélia Muge, Tucanas, Pedro da Silva Martins (Deolinda) ou Lamari (Chambao) têm contribuído decisivamente para a abertura do espectro de cores musicais dos Melech Mechaya.

Lena d'Água dá vida às palavras da poetisa Cecília Meireles no TECA

Há quem diga que a poesia tem um embalo musical. Talvez por isso é que o “casamento” das palavras da poetisa Cecília Meireles com a voz da cantora Lena d’Água tenha surgido de forma tão orgânica. A ideia surgiu em 1979, quando José Caldas ainda estava a afirmar o seu nome no panorama teatral – neste momento, está quase a fazer 50 anos de carreira – e decidiu criar um espetáculo que cometeu a proeza de “maravilhar meninos e sisudos senhores grandes”, lançando as bases para um renovado teatro para a infância e juventude.

Quase quarenta anos volvidos, o encenador e dramaturgo regressa a Ou Isto ou Aquilo – Recital de Poesia e Música numa versão revista e atualizada.

Ou Isto ou Aquilo 2 ©Vitorino Coragem

Em Ou Isto ou Aquilo – Recital de Poesia e Música, um aluno recebe uma lição do professor, dando-se início a uma viagem pelo mundo da imaginação onde descobrem o prazer de estar juntos e se cruzam com personagens imprevistas: uma menina “que não quer nem festa nem beijo, nem doce nem queijo”, duas velhinhas que “falam das suas lembranças” ou um mosquito esquisito que “sabe escrever o seu nome”. O espetáculo tem música de Luís Pedro Fonseca, sendo uma viagem musical que embala e desperta, com o objetivo de apresentar uma obra sem paternalismos, deixando, nas palavras de José Caldas, “espaço na folha para que o público também possa rabiscar o seu imaginário”.

 

Para Eugénia Vasques (professora, crítica e analista de teatro), o Ou Isto ou Aquilo – Recital de Poesia e Música reinventou o conceito do teatro infantojuvenil, num Portugal acabado de sair da ditadura salazarista. “Cunhado pelo próprio [José Caldas] como ‘teatropoesia’, o teatro que veio aqui construir para os mais novos e para todos os públicos assentou, claramente, nas coordenadas que lhe têm modelado a biografia profissional. (…) um ‘teatropoesia’ feito de atmosferas, mudanças, opostos, ritmos e diferenças”, acrescenta Vasques. A própria história do encenador não deve ser esquecida: José Caldas é ele, próprio, um neto da cultura brasileira, tendo chegado a Portugal de Itanhandu, Minas Gerais, Brasil.

 

Segundo defende Eugénia Vasques no programa do espetáculo, as palavras de Cecília Meireles configuram-se em si mesmas uma “divina escrita cénica”. Alta expressão da poesia feminina brasileira, Cecília Meireles inclui-se entre os grandes valores da língua portuguesa do século XX, tendo fundado a primeira biblioteca para a infância no Brasil. Por seu lado, Lena d’Água inicia a sua carreira musical em 1976, tendo marcado o panorama e a história da música portuguesa, ao ser a primeira vocalista feminina a integrar uma banda de rock em Portugal, os Beatnicks, e um sex symbol dos anos 80.

 

Ou Isto ou Aquilo – Recital de Poesia e Música é uma coprodução TNSJ e Quinta Parede – Associação Cultural, com apoio da Sociedade Portuguesa de Autores. A interpretação está a cargo de Lena D’Água (cantora), José Caldas (ator) e Tahina Rahary (músico).

Estreia a 14 de dezembro, no Teatro Carlos Alberto (TeCA), no Porto e pode ser visto até 17 de dezembro: quinta-feira, às 10h00; sexta-feira, às 15h00; sábado, às 19h00; e domingo, às 16h00

 

Fotografia: Vitorino Coragem

Brasileiro Chico Salem aquece as noites frias de Bragança

Chico Salem, multi-instrumentista, cantor e compositor brasileiro apresenta-se a solo no Praça 16, em Bragança, no dia 6 de Dezembro, quarta-feira.

Ao longo de 22 anos de carreira, Chico Salem teve a oportunidade de subir ao palco ao lado de artistas como Luiz Melodia, Marisa Monte, Carlinhos Brown, Elza Soares, Zeca Baleiro, Emicida, Adriana Calcanhoto, Nando Reis, Erasmo Carlos, entre outros.

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Em 2002, lançou o primeiro disco a solo intitulado “01” e, em 2016, lançou “Maior ou Igual a Dois”, um disco sobre encontros, repleto de parcerias e participações especiais, que conta com nomes como Bixiga 70, Karina Buhr, a portuguesa Manuela Azevedo (Clã) e o companheiro de longa data Arnaldo Antunes (Titãs / Tribalistas).

Em “Maior ou Igual a Dois”, o álbum a apresentar no Praça 16, as letras são imagéticas, proporcionam viagens àqueles momentos que deveriam durar para sempre, mas, talvez, tenham ocorrido por uma fração de segundo.

“Maior ou Igual a Dois tem letras bem coladas umas às outras e cria aquela bolha de atmosfera sensível que só as boas canções instauram”, afirma Arnaldo Antunes.

Digressão europeia dos Pearl Jam termina no Passeio Marítimo de Algés

Os Pearl Jam, uma das maiores bandas de todos os tempos, acabam de confirmar presença no NOS Alive’18. A banda de Eddie Vedder vai terminar a digressão europeia dia 14 de julho no Passeio Marítimo de Algés, com um dos mais esperados concertos do ano. A tournée arranca no próximo mês de junho em Amesterdão e vai contar com 14 datas pela Europa.

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Após 10 álbuns de estúdio, centenas de concertos ao vivo e mais de 85 milhões de discos vendidos em todo o mundo, os Pearl Jam são hoje incontestavelmente uma das bandas mais bem-sucedidas de sempre em todo o mundo e uma das mais pedidas pelo público nacional e internacional. Um concerto a não perder dia 14 de julho no Palco NOS do NOS Alive’18.

LST - Lisboa String Trio fecham o ano na Marinha Grande e em Pombal

Nos próximos dias 2 e 3 de Dezembro os LST – Lisboa String Trio têm concertos na Marinha Grande em Pombal, respectivamente. Estes dois espetáculos fecham um ano repleto de acontecimentos.

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Nos concertos destaca-se, entre outras, a presença em dois dos mais importantes festivais que celebram a música portuguesa: Festival Bons Sons, na aldeia de Cem Soldos, conhecido pela sua atmosfera única de comunhão entre os artistas e o público e o Festival F em Faro, que se vem afirmando como um grande festival de verão.

De destacar ainda, a colaboração com a cantora Cristina Branco e o seu culminar, num concerto muito especial, inserido no “Festival Música no Rio – Os Outros Sons do Fluviário” no Parque Ecológico Gameiro em Mora (Alentejo).

 

Os LST estiveram nomeados na categoria de Melhor Disco, com o álbum “Lisboa” (2016), para os Prémios Autores 2017, promovido pela Sociedade Portuguesa de Autores.

Vini Vici confirmados para os Melhores do Ano 2017 da Rádio Nova Era

Os Melhores do Ano da Rádio Nova Era trazem anualmente a Portugal os nomes da música eletrónica que mais se destacaram ao longo do ano. 2017 vai ficar indubitavelmente marcado pela dupla Vini Vici, que apesar da vasta experiência no mundo da dance music, só este ano saltaram para as luzes da ribalta e para os maiores palcos do mundo. Dia 14 de abril na Exponor – Feira Internacional do Porto, vão mostrar a todos, por que motivo são o nome mais desejado worldwide.

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Vini Vici é o projeto de música de dança eletrónica criado em 2013 pela dupla israelita formada pelos produtores Aviram Saharai e Matan Kadosh. Os Vini Vici são considerados a referência no progressive psy-trance, tendo lançado vários singles de grande sucesso, ao mesmo tempo que têm percorrido o mundo em digressão, incluindo alguns dos maiores festivais de música eletrónica, como o Ultra, Tomorrowland e A State Of Trance.

Em 2017, os Vini Vici entraram no Top100 da DJ Mag, para a 72.ª posição. O seu mais recente single intitula-se “Chakra” e é uma colaboração com os W&W.

O Dia Mais Curto: a grande festa da curta-metragem regressa em Dezembro

Em dezembro, O Dia Mais Curto regressa a Portugal para a edição do 5.º aniversário! O Solstício de Inverno, no dia 21, volta a servir de mote à grande festa da curta-metragem que, este ano, leva quase 200 filmes a 34 localidades, de norte a sul do país, incluindo os arquipélagos. Assinalado durante todo o mês mas com grande parte das sessões concentradas a 21 de dezembro – o dia mais curto do ano devido ao Solstício de Inverno – O Dia Mais Curto vai ser celebrado em 34 localidades: Abrantes, Albufeira, Almada, Amadora, Amarante, Barcelos, Braga, Cascais, Coimbra, Elvas, Faro, Funchal, Gondomar, Guimarães, Leça da Palmeira, Leiria, Lisboa, Madalena, Maia, Matosinhos, Oeiras, Ovar, Ponta Delgada, Ponta do Sol, Porto, Sardoal, Setúbal, Tomar, Trancoso, Vila do Conde, Vila Nova de Famalicão, Vila Nova de Gaia, Vila Real e Viseu.

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Neste ciclo de cinema, que decorre em simultâneo em vários países, a criatividade dos programadores foi desafiada e as curtas-metragens vão invadir diferentes locais de projeção, dos mais tradicionais aos mais inusitados, dando a descobrir um grande número de cineastas e as suas obras. Para além das sessões em sala, O Dia Mais Curto vai ser assinalado em locais como a piscina do Santana Hotel & SPA, onde os espetadores poderão assistir às sessões entre mergulhos; nos transportes públicos, com exibições no Metro do Porto e na CP – Comboios de Portugal; em estabelecimentos comerciais, com sessões de cinema em 17 lojas FNAC do país; em espaços culturais como o Museu Júlio Dinis e até em espaços de diversão noturna como o Carmo 81’ e o Aqui Base Tango. À semelhança dos anos anteriores, O Dia Mais Curto também passará pela televisão, com programas especiais na RTP2 e nos Canais TvCine & Séries, e pela Internet, com sessões no site da Agência da Curta Metragem e na Filmin. O Dia Mais Curto será também celebrado por alunos de diferentes graus de ensino e em instituições de solidariedade social.

 

Os programadores associaram-se a esta iniciativa através de sessões de curtas-metragens próprias ou dos quatro programas preparados pela Agência da Curta Metragem, que incluem sessões para adultos e crianças, com filmes portugueses e estrangeiros e de vários géneros. O programa “Curtas no Mundo” é uma sessão de curtas internacionais que dá a conhecer várias visões do mundo nos dias de hoje, desde a guerra na Síria ao quotidiano na capital do Irão, passando pelos habitantes de um parque de campismo em Portugal, sem esquecer o espírito da época natalícia dado em tom de comédia social pela curta franco-belga “Kapitalistis”. Já a sessão “Novas Curtas Portuguesas” apresenta um conjunto de curtas-metragens nacionais que têm vindo a ser reconhecidas pela sua qualidade em festivais de cinema de todo o mundo, revelando novos e talentosos cineastas. O programa inclui o favorito do público da última edição do Curtas Vila do Conde, “Surpresa”, de Paulo Patrício, e os sucessos internacionais “Água Mole”, de Laura Gonçalves e Xá, presente este ano na seleção de Cannes, e o Urso de Ouro do festival de Berlim, “Cidade Pequena”, de Diogo Costa Amarante. A pensar nos mais novos, as sessões “Amiguinhos” e “Curtinhas para Todos” apresentam pequenas histórias, oriundas de vários países, que abordam, de forma lúdica, temas importantes.

 

A Cinemateca Portuguesa recebe, a 21 de dezembro, uma sessão especial do evento, com a presença dos realizadores, que apresentará, em estreia em Lisboa, “Água Mole” de Laura Gonçalves e Xá; “Verão Saturno” de Mónica Lima; “O Homem Eterno” de Luís Costa; e “Longe da Amazónia” de Francisco Carvalho.

 

Projecto ARY acabou de lançar o seu mais recente single… "Anymore"

Após o lançamento do seu single de estreia "I Think It's You" em Setembro, 3 meses depois, ARY estão de regresso e revelam o seu mais single intitulado "Anymore".Mais uma canção forte vincada pela voz de Erika Martyns.

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"Esta música é sobretudo acerca de ultrapassar os nossos maiores medos e não deixar que as pessoas que mais estimamos façam de nós o que querem. Ninguém tem o direito de achar que lhe pertencemos. Ninguém é de ninguém." - Erika Martyns

São 4 os elementos que fazem parte da banda, e que se conheceram em Lisboa, após fazerem parte de diferentes projetos, a vocalista Erika Martyns e Dénis Rhomays, na guitarra, começaram a compor juntos e formaram o que veio a ser a base do projecto ARY.

Com a experiência adquirida em três anos de concertos com os The 7Riots, com passagens no NOS Alive, Hard Rock Café Lisboa, RCA Club, Festa do Avante e muitos outros, Erika e Dénis levam já consigo um vasto conhecimento sobre como funciona a industria musical, e uma grande preparação para este novo projecto.

Exposição de arte contemporânea de Portugal e Japão “Pray for Peace”

Passados mais de 70 anos sobre o bombardeamento atómico de Nagasaki, e numa altura em que o mundo vive nova ameaça nuclear, seis artistas portugueses e oito japoneses reúnem-se em torno da comemoração da paz, na exposição “Pray for Peace – Arte Contemporânea de Portugal e Japão” que o Museu do Oriente inaugura no dia 7 de Dezembro, às 18h30.

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Com recurso a materiais tão diversos como porcelana, papel de seda, madeira ou metal, as obras dos artistas Mami Higuchi, Júlia Pintão, Vitor Espalda, Acácio de Carvalho, Céu Costa e João Carqueijeiro cruzam-se nesta exposição com os trabalhos dos japoneses Mana Aki, Ryuta Endo, Tomiyuki Sakuta, Sanae Yamamoto, Choichi Nishikawa, Kazushige Hamamoto, Takeo Hasegawa e Takashi Yoshida. “Pray For Peace – Arte Contemporânea de Portugal e Japão” revela uma ligação inevitável entre os dois países, proporcionando um diálogo entre artistas que se influenciam reciprocamente e refletem sobre o tema da paz numa série de gravuras, xilogravuras, serigrafias e pinturas. A exposição é complementada por um conjunto de desenhos de crianças de escolas portuguesas e japonesas, elaborados sobre a temática da paz e apresentados em formato vídeo.

 

Este encontro de culturas, entre Oriente e Ocidente, procura manter vivos os laços que unem Portugal e Japão – cujas relações históricas remontam a 1543 – e resulta de uma cooperação entre a Câmara Municipal do Porto, a Casa Museu Guerra Junqueiro, o Museu da Paz de Nagasaki, o Museu da Bomba Atómica de Nagasaki e a Matriz - Associação de Gravura do Porto, que têm vindo a desenvolver um importante trabalho de intercâmbio artístico.

 

O mundo mudou. O que foi feito em Nagasaki e Hiroshima já não é tolerado pela maioria dos países. A humanidade sofreu uma evolução. No entanto, ver as notícias revela que temos ainda um imenso caminho a percorrer. Temos que fazer com que as notícias de hoje se tornem em algo impensável amanhã, algo pertencente ao passado. Seria pretensioso pensar que este projecto é um grande passo nessa direcção, mas eu espero que muitos pequenos passos nos mantenham no bom caminho”, afirma a comissária da exposição, Mami Higuchi.

 

Exposição “Pray for Peace - Arte contemporânea de Portugal e Japão”

Inauguração a 7 de Dezembro | 18.30

8 a 31 de Dezembro

Rock in Rio-Lisboa… Bilhetes para The Killers à venda a partir de hoje

Os bilhetes diários para o terceiro dia do Rock in Rio-Lisboa estão à venda a partir de hoje! A banda, oriunda de Las Vegas, será cabeça de cartaz da 8.ª edição do festival no dia 29 de junho e os fãs já podem garantir o seu lugar neste “Midnight Show”.

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O melhor é mesmo os fãs não perderem mais tempo e garantirem já o seu lugar neste espetáculo, que promete colocar a plateia a cantar em uníssono, do início ao fim, ao som de grandes hits como “Somebody Told Me”, “Mr. Brightside”, “Spaceman”, “Human” entre tantos outros!

 

E porque não surpreender aquela pessoa, este Natal, com um presente especial? O Kit de Natal Rock in Rio-Lisboa é a solução perfeita, dando a possibilidade ao portador do voucher de escolher o dia do festival no qual quer marcar presença. Disponível nas lojas FNAC e na bilheteira online (bilheteira.fnac.pt), pelo mesmo valor que o bilhete diário (69€), o kit inclui uma mochila pop art exclusiva (dedicada ao Pop District - o novo hotspot da Cidade do Rock) e o voucher que deverá ser trocado entre os dias 1 e 31 de março, por um bilhete diário para dia à escolha.

 

Os bilhetes diários têm um preço de 69€ e podem ser adquiridos nas lojas FNAC e bilheteira.fnac.pt (em Portugal) e em Blueticket.pt, Festicket e Ticketmaster (venda internacional). Para aqueles que quiserem assegurar, desde já, a sua presença na Cidade do Rock ao longo do segundo fim-de-semana do festival – 29 e 30 de junho – o weekend pass encontra-se disponível nos locais habituais, por 117€.

 

A 8.ª edição do Rock in Rio-Lisboa tem data marcada para os dias 23, 24, 29 e 30 de junho 2018 e vai transformar a Bela Vista num gigante parque temático da música, com inúmeras experiências e uma programação surpreendente, que combina o melhor do entretenimento. Para além de The Killers, que sobem ao Palco Mundo a 29 de junho, a organização do festival também já confirmou Bruno Mars para esta edição, que será cabeça de cartaz no dia 24 de junho.