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Glam Magazine

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Old Yellow Jack editam “Cut Corners”

Começaram como quaisquer dois putos de 15 anos, com vontade de fazer barulho. Entre barulho e não barulho, convém completar a banda e aprender a escrever canções. E assim começa a vida pública dos Old Yellow Jack, com quatro demos caseiras que os levaram de Norte a Sul do país, numa tentativa de fazer o tal barulho resultar em cima de um palco, sem terem sequer idade para pegar num carro.

capa.jpgMagnus”, o primeiro EP digno desse nome, acaba por surgir como um murro na mesa de 4 jovens com arranjos de adultos, impacientes por mostrar ao mundo que a idade é só um número. E de uma vez por todas, resultou. A crítica acolheu o disco de braços abertos e a nova digressão permitiu-lhes passar por algumas das salas mais emblemáticas deste país. Viram os seus singles viajar até rádios e blogs no Brasil e em Los Angeles. Atraíram a atenção de festivais como o Vodafone Mexefest, Novos Talentos Fnac e Indie Music Fest, e, como bons workaholics que são, até formaram a sua própria agência de bandas, a Colado, de maneira a dar a mão às novas bandas em que mais acreditam.

 

Não descuraram o trabalho de estúdio, tendo o lançamento do seu álbum de estreia, “Cut Corners”, marcado para 16 de Setembro de 2016. Deixando de lado o psicadelismo frenético de “Magnus”, experimentam agora o indie americano de bandas como Pavement ou Real Estate, com melodias que farão lembrar uma espécie extinta chamada Fleet Foxes. Dadas as influências, poderíamos dizer que se tornaram mais calmos. Erro ingénuo de quem nunca os apanhou ao vivo.

Cut Corners”, produzido por Guilherme Gonçalves nos Blacksheep Studios, o disco sairá com o selo da Colado, label criada pelo grupo de Lisboa.

Depois de “Glimmer”, single lançado em Fevereiro, “Ten Tons” é a segunda amostra daquilo que podemos esperar do novo trabalho deste “quarteto de maninhos”